sábado, 29 de dezembro de 2012

EMBRATEL - Novo Satélite Rec. o nome Star One C3 Rio 2016

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada ontem (28/12) no site “www.defesanet.com.br“ destacando que o novo satélite da empresa Star One foi nomeado de “Star One C3 Rio 2016” em homenagem aos Jogos Olímpicos de 2016.

Duda Falcão

COBERTURA ESPECIAL - Especial Espaço - Tecnologia

EMBRATEL - Novo Satélite Recebe o
nome Star One C3 Rio 2016

Nomeação é homenagem aos Jogos Olímpicos
que serão realizados no Rio de Janeiro

Defesanet
28 de Dezembro, 2012 - 15:39 ( Brasília )


A Star One, a maior operadora de satélites da América Latina e subsidiária da Embratel, anuncia que seu novo satélite recebe o nome de Star One C3 Rio 2016, em homenagem aos Jogos Olímpicos de 2016 que terão patrocínio da empresa. A novidade está sendo anunciada esta semana. O novo satélite já está em sua posição orbital definitiva em 75° W, tendo finalizado com sucesso seus testes em órbita. A partir de 02 de janeiro 2013 entrará em operação comercial.

"O Star One C3 Rio 2016 oferece mais alternativas ao mercado graças à sua cobertura geográfica desenhada especialmente para a nossa região ensejando ampla gama de serviços”, afirma Gustavo Silbert, presidente da Star One, destacando que a empresa possui frota com sete satélites e que o Star One C3 Rio 2016 recebeu investimentos de US$ 260 milhões para sua construção. Ele será responsável pela ampliação da capacidade de telecomunicações da empresa no Brasil, na América Latina e parte dos Estados Unidos.

O Star One C3 Rio 2016 tem cobertura diferenciada, com abrangência para todo o território brasileiro, América do Sul, Região Andina (com destaque para Colômbia, Peru, Bolívia e Equador) e Flórida (EUA). Sua capacidade inclui até a região do Pré-Sal, disponibilizando, com isso, mais serviços para a indústria de petróleo.

A Star One já presta serviços para grande parte das 500 maiores empresas do Brasil, para as principais emissoras de TV, canais independentes e diversos órgãos do Governo Brasileiro, incluindo o Ministério da Defesa. Com o novo satélite, a Star One assegura ao mercado a continuidade das aplicações que hoje estão em operação no satélite B3 e possibilita, ainda, a oferta de novos serviços de Internet de alta velocidade e de última milha (acesso do usuário diretamente à rede da operadora).

“Com o novo satélite, a Embratel e a Star One reforçam a liderança absoluta no mercado brasileiro”, diz Silbert, destacando que o grupo foi pioneiro na comunicação via satélite no Brasil, quando em 1985 lançou o Brasilsat A1, dando início à primeira geração de satélites brasileiros para comunicações domésticas na América Latina.

SOBRE A STAR ONE

A Star One é a maior operadora de satélites na América Latina. É uma empresa brasileira com 100% de participação acionária da Embratel. Criada em dezembro de 2000, opera cinco satélites GEO (Star One C1, C2, C3 Rio 2016, C12, e Brasilsat B4), e dois em órbita inclinada (Brasilsat B2 e B3), seis desses a partir de seu teleporto, localizado em Guaratiba (RJ). O C3 Rio 2016, em conjunto com o C1, C2 e C12, constituem a terceira e mais nova geração de satélites da empresa. A capacidade destes satélites suporta toda uma gama de soluções para clientes dos segmentos de telefonia, TV, TV por Assinatura, dados e redes corporativas. Mais informações: www.starone.com.br



Comentário: É leitor, mas esqueceram convenientemente  de dizer que o controle acionário da Embratel não é brasileiro e sim como sabemos pertence ao “Grupo Teléfonos de México (TELMEX)” desde julho de 2004. Estou cansado disso, desses energúmenos que fazem de tudo para enganar o povo. O Boris diria, isto é uma vergonha! 

9 comentários:

  1. Como tenho dito várias vezes, o nosso Minisro ou melhor "ministro" com letra minúscula mesmo, é um diplomata, então pra ele o mais importante é manter boas "relações" com quem quer que seja, Rússia, Estados Unidos, México, etc, etc...

    O problema, é que nessas "relações" nós sabemos bem com que parte o Brasil está entrando...

    È realmente ums VER-GO-NHA!!!

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  2. Duda,
    Sua informação não está correta. A Visiona é constituída entre Embraer e Telebrás, e não Embratel. Telebrás é sociedade anônima de economia mista.

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    1. Olá Anônimo!

      Dou a mão a palmatória, você tem razão e reformularei meu comentário. Obrigado pela sua intervenção, pena que não se identificou.

      Abs

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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  3. Admira-me que o site 'defesa.net' tenha interpretado a notícia dessa maneira. Uma de duas: ou existe realmente uma vontade de beneficiar a Embratel escondendo esse 'pequeno promenor', ou o autor da notícia deixou-se enganar pelo nome emBRAtel pensando que ela ainda estivesse sobre o domínio brasileiro.

    Deveria existir uma lei que não permitisse que empresas no Brasil com mais de 50% de ações pertencentes a estrangeiros se benificiassem (ou continuassem) com o nome 'Brasil' (ou "Bra", neste caso), dando a entender erroneamente que se trata de uma empresa brasileira de fato.

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  4. Colegas,

    O texto se refere a Star One e não a Embratel, mas ambas são empresas brasileiras de capital estrangeiro, onde a Star One é uma empresa com 100% de capital da Embratel e que tem o controle acionário de capital estrangeiro.
    Não há nada de anormal nisso, o que deveriam ter informado era se o governo brasileiro continua com uma banda x no satélite!!!
    Pois continua acionista good share de Embratel.

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    1. Imagino que se um pai der dinheiro para o filho, e o filho fazer uma bola com meia de trapos e chamar-lhe "Juca" a criação vai ser brasileira. Mas se de repente aparece um Mexicano e diz "Ei, quero comprar a tua bola. Podes continuar chamando-lhe Juca, mas só podes jogar quando eu permitir e o restos dos louros ficam para mim. Daí vou poder comprar mais bolas de outros daqui."

      Ou ainda como um navio, fabricado no Brasil, comprado por um mexicano e que serve os interesses do méxico no mundo. Mas sempre que leva as mercadorias do Brasil tem que hastear uma bandeirinha do Brasil para cumprir protocolo. Continua sendo esse navio brasileiro?

      Bem, não posso chamar a Embratel de brasileira. Apesar de ter nascido aqui e ter o nome daqui pertence a um mexicano e é um braço económico do México.

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    2. Olá Israel!

      Bem colocado amigo e concordo integralmente contigo.

      Abs

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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  5. A Embratel foi uma das jóias da coroa que foi leiloada e vendida a preço de banana em fim de feira, ou seja, por uma fração do seu valor de mercado pelos "gênios" da PUC que estudaram ou foram doutrinados nos USA.

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  6. Entrem no grupo e participem de discussões sobre o programa espacial brasileiro galera. https://www.facebook.com/groups/434126349937840/ , E também do grupo https://www.facebook.com/groups/397257183628255/

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