segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Uniamérica de Foz do Iguaçu (PR) Oferece Curso de Engenharia Aeroespacial

Olá leitor!

A Faculdade União das Américas (UNIAMERICA) de Foz do Iguaçu (PR), está oferendo segundo eles o primeiro Curso de Engenharia Aeroespacial de uma universidade privada do pais.

Para aqueles interessado sugiro que visitem o site do curso pelo link: http://uniamerica.br/hotsites/2017/engenharia-aeroespacial/

Vale a pena conferir.

Duda Falcão

Começa em São José dos Campos (SP) a 15ª Edição da Jornada Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo a nota postada fia (08/12) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), informando que ontem (10/12) foi iniciada em São José dos Campos (SP) a 15ª Edição da Jornada Espacial.

Duda Falcão

Começa em São José dos Campos (SP)
a 15ª Edição da Jornada Espacial

Coordenação de Comunicação Social – CCS
Publicado em: Brasília,
8 de dezembro de 2017


Mais de 70 estudantes e 45 professores do ensino fundamental e médio de escolas públicas e particulares participam, no período de 10 a 16 de dezembro, da 15ª edição da Jornada Espacial, a ser realizada em São José dos Campos (SP). Durante uma semana os participantes terão a oportunidade de conhecer as atividades espaciais desenvolvidas no País e interagir com técnicos e pesquisadores que trabalham no polo tecnológico aeroespacial da região.

A Jornada Espacial é realizada anualmente e destina-se a alunos que obtiveram os melhores resultados nas questões de astronáutica (foguete, satélites e aplicações) na prova da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) de 2017. Os estudantes terão uma programação intensa de atividades, como palestras, oficinas e visitas às instalações do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e TV Vanguarda.

A OBA é uma realização conjunta da Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTIC) com a Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) apoiada por diversas instituições públicas e privadas, como o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Secretaria de Educação e Cidadania da Prefeitura Municipal de São José dos Campos e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Os participantes representam estados brasileiros como o Acre, Ceará, Alagoas, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.

Palestras, Visitas e Oficinas

Entre as atividades programadas para a semana estão diversas palestras, entre elas a que aborda o Programa Nacional de Atividades Espaciais, ministrada pelo tecnologista da AEB, Pedro Kaled, na tarde de domingo.  As diretrizes dos trabalhos educacionais desenvolvidos no Centro Vocacional Tecnológico Espacial (CVT), inaugurado no último dia 13 de novembro, em Parnamirim (RN) também serão conhecidas pelos estudantes da jornada.

Temas como os 40 anos da Missão Voyer, Aquecimento Global, Satélites de Comunicação e a Televisão, Contexto histórico da Corrida Espacial, os 60 anos da Era Espacial, Programa de Satélites do Instituto de Aeronáutica e Espaço, entre outros serão abordados durante toda a semana.

A ida ao Laboratório de Integração e Testes (LIT) do INPE está entre as visitas programadas, assim como no Túnel de Vento do IAE, equipamento que serve para simular o deslocamento do ar em objetos sólidos. Os estudantes também terão a oportunidade de conhecer o Memorial Aeroespacial Brasileiro (MAB), a TV Vanguarda, e as instalações onde são desenvolvidos os trabalhos do Programa de Estudos e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial (Embrace) no INPE.

As oficinas de Construção de Plataformas de Lançamento de Foguetes e Construindo Foguetes de garrafa pet são atividades programadas para a Jornada. Elas têm o objetivo de apresentar as variáveis da Física que envolvem o lançamento de foguetes. Após a visita ao MAB os estudantes e professores participarão do lançamento dos foguetes construídos nas próprias oficinas.

OBA

As provas da OBA foram aplicadas no dia 19 de maio de 2017 em todos os estados brasileiros. A olimpíada contabilizou a participação de mais de 665 mil estudantes envolvendo mais de 7 mil escolas e cerca de 50 mil professores. Desde a primeira edição da OBA mais de 8 milhões de estudantes participaram da olimpíada.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Antena Vai Aumentar Capacidade de Operação do CLA

Olá leitor!

Segue abaixo a nota postada hoje (07/12) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que nova Antena vai aumentar capacidade de operação do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

Duda Falcão

Antena Vai Aumentar Capacidade
de Operação do CLA

CLA
Publicado em: Brasília,
7 de dezembro de 2017


O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, inaugurou na manhã da última quarta-feira (06.12) as instalações da Estação Redundante de Telemedidas do Sítio da Raposa, unidade operacional do Centro de Lançamento. Com recursos da ordem de R$ 5 milhões, investidos pela Agência Espacial Brasileira (AEB), a nova antena de Telemedidas tem a função de, durante o lançamento de um foguete, receber via telemetria informações enviadas para a estação em terra, onde serão registradas e gravadas para análise.

Com a inauguração da nova estação, no Sítio da Raposa, o CLA passa a contar com mais uma antena de telemedidas, além das duas já existentes e operadas em Alcântara. De tecnologia francesa, a nova antena instalada possui 7,3 metros de diâmetro e opera em banda S (faixa de frequência destinada a rastreio de veículos espaciais).

“Com a aquisição desta antena o CLA melhora a sua capacidade de rastreio de veículos espaciais, além de aumentar sua confiabilidade, colocando-o no patamar dos melhores centros de lançamento, nesse quesito”, afirma o servidor Raimundo Nonato Bezerra Brasileiro, Analista em Ciência e Tecnologia e chefe da Estação Redundante de Telemedidas da Força Aérea Brasileira (FAB), responsável pelo lançamento e rastreio de engenhos aeroespaciais.

O primeiro teste real da nova antena acontece durante toda a semana, com a realização da segunda fase da Operação Águia I, com previsão para lançamento nesta quinta-feira (07/12) de um Foguete de Treinamento Básico (FTB), em Alcântara, a última operação do ano de 2017 realizada pelo CLA.

Para celebrar a nova instalação operacional do CLA, foi realizada uma cerimônia de descerramento de placa, que contou com a presença do Diretor e Vice-Diretor do Centro, além de servidores civis que trabalham no local. No evento, o Coronel Engenheiro Luciano Valentim Rechiuti, Diretor do CLA, destacou o empenho de toda equipe envolvida desde a aquisição dos novos equipamentos da estação, passando pela execução da obra de engenharia civil até a instalação definitiva e testes da antena de telemedidas, gravadores e demais equipamentos que passam a compor a Estação Redundante de Telemedidas do Sítio da Raposa.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Pois é leitor, na realidade a noticia da antena tem pouca relevância, pois o CLA deve ser o único Centro de Lançamento do mundo criado para lançar satélites que mesmo após mais de trinta anos de sua fundação jamais cumpriu o seu objetivo. E olha que já passou por varias modernizações desde que foi fundado, Enfim... é uma tremenda piada infelizmente. A única noticia que é relevante nesta matéria e pra variar de forma negativa, e a noticia de que a tal “Operação Mutiti” não será mais realizada em 2017. Com isso a sequencia de lançamentos que o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) vinha cumprindo desde 2014 (Operação Raposa), 2015 (Operação São Lourenço) e 2016 (Operação Rio Verde), de pelo menos lançar um missão científica ou tecnológica anualmente (um objetivo pífio) é interrompida em 2017, comprovando assim o desmonte do PEB apesar das fantasias vendidas pelo desgoverno TEMER, pelo presidente banana dessa Agencia de merda e infelizmente endossada pelo Comando da Aeronáutica.

O Satélite CBERS-4 Completou Três anos em Órbita

Caro leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (07/12) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que o Satélite CBERS-4 completou três anos em órbita.

Duda Falcão

CBERS-4 Completa Três anos em Órbita.
Satélite Oferece Imagens Gratuitas
a Milhares de Usuários

Quinta-feira, 07 de Dezembro de 2017

Uma das mais importantes iniciativas pela capacitação e crescimento do mercado de alta tecnologia no país, o satélite sino-brasileiro CBERS-4 está completando três anos em órbita. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), responsável no Brasil pelo Programa CBERS(China-Brazil Earth ResourcesSatellite), já distribuiu gratuitamente, pela internet, aproximadamente 90 mil imagens deste que é o quinto satélite realizado em cooperação com a China.

As imagens beneficiam o sistema de gestão do território do próprio governo, a pesquisa nas universidades e o desenvolvimento das empresas privadas, que geram emprego e renda com tecnologia espacial.

Realizado no dia 7 de dezembro de 2014 a partir da base chinesa de Taiyuan, o lançamento do CBERS-4 marcou um avanço na parceria espacial com a China, pois a cada país coube o desenvolvimento de 50% doprojeto – inicialmente, a participação nacional era de 30%. O acordo de cooperação com a China no Programa CBERS foi assinado em 1988.

O CBERS-4 leva a bordo quatro câmeras – duas brasileiras e duas chinesas. Entre elas, a WFI, um projeto óptico extremamente sofisticado e inteiramente desenvolvido no país. Esta câmera, que também estará no CBERS-4A, possui 20 metros de resolução e bandas espectrais calibradas para uso em diferentes aplicações, principalmente no controle de recursos hídricos e florestais.

O programa é gerenciado pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e Administração Nacional Espacial da China (CNSA), tendo como executores técnicos o INPE e a Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST).

Atualmente, o INPE realiza as atividades de integração e testes para o lançamento do CBERS-4A, que deve ocorrer até o final do primeiro semestre de 2019. O sexto satélite do Programa CBERS garantirá a continuidade do fornecimento de imagens para monitorar o meio ambiente, verificar desmatamentos, desastres naturais, a expansão da agricultura e das cidades, entre outras aplicações.

Mais informações: www.cbers.inpe.br


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Atualizando Nossas Campanhas

Olá leitor!

Hoje é a prineira quinta-feira do mês de novembro e sendo assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas em curso.

Bom leitor quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, até esta semana 13 grupos já se inscreveram. São eles Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes EducativosCarl SaganCEFABCEFECInfinitude FoguetismoITA Rocket Design, NTAProjeto JupiterUFABC Rocket Design e PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo), Grupo Pionners Grupo: GREAVE. Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar? (OBS: Continuo esperando que os 13 grupos inscritos respondam se há algum entre vocês que tem o interesse de organizar e sediar um ‘Seminário’ para discutirmos as atividades de espaçomodelismo no Brasil?)

Já quanto á “Campanha de Manutenção do Blog”, apenas três colaboradores realizaram as suas contribuições no mês de novembro no vakinha.com.br. Eles foram:

1 - Leo Nivaldo Sandoli
2 - Roberto de Paula (BANDEIRANTE Foguetes Educativos)
3 - Sérgio de Melo Moraes (CEPA)

E até o momento apenas um colaborador já realizou a sua contribuição no mês de dezembro. Ele é:

1 - Leo Nivaldo Sandoli

OBS: informo aos leitores que ainda não sabem que  a campanha de manutenção do Blog pode ser acessada pelo link: http://www.vakinha.com.br/vaquinha/manutencao-do-blog-brazilian-space.

Enfim... vamos continuar aguardando que a partir da próxima semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

Duda Falcão 

Instituições Assinam Acordo Para Mapear Solo Brasileiro

Olá leitor!

Segue abaixo a nota postada ontem (06/12) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que instituições ligadas à ciência e tecnologia assinaram acordo para mapear Solo Brasileiro.

Duda Falcão

Instituições Assinam Acordo
Para Mapear Solo Brasileiro

EMBRAPA
Publicado em: Brasília,
6 de dezembro de 2017


Representantes de universidades e instituições ligadas à ciência e tecnologia assinaram na tarde de terça-feira (5.12), Dia Mundial do Solo, um protocolo de intenções que oficializa o início do maior trabalho já realizado no Brasil nesta área: o Programa Nacional de Solos do Brasil (Pronasolos). O programa com horizonte de 30 anos envolve 20 parceiros entre universidades, institutos de pesquisas, agências especializadas e empresas de pesquisa científica.

Definido pelo presidente da Embrapa, Maurício Antônio Lopes, como uma das maiores iniciativas do Brasil para proteger o solo, o Pronasolos está orçado em R$ 740 milhões, nos dez primeiros anos, e envolverá atividades de investigação, documentação, inventário e interpretação de dados de solos brasileiros para gestão desse recurso e sua conservação.

Entre os maiores resultados esperados está a criação de um sistema nacional de informação sobre solos do Brasil e a retomada de um programa nacional de levantamento de solo. “Esses dois pontos a serem atendidos estão listados no acórdão redigido pelo Tribunal de Contas da União, em 2015, que deu origem ao programa, ” afirmou o coordenador do Pronasolos, o pesquisador José Carlos Polidoro, da Embrapa Solos. “O programa irá obter informações importantes no nível de detalhamento necessário para que o País consiga usar esse recurso natural tão importante”, disse o cientista.

O presidente da Embrapa, Maurício Antonio Lopes, ressaltou a importância do trabalho coletivo para a realização da empreitada. “Não se faz um trabalho dessa magnitude sem uma parceria muito consolidada, por isso envolve atores de extrema importância, ” frisou. “Exploramos outros planetas e conhecemos pouco o nosso próprio solo”, disse o presidente da Embrapa após assinar o documento, ressaltando que o solo é um recurso com o qual se deve ter cuidado. “A produção de alimentos cada vez mais sofisticados e a desertificação observada em diversas partes do planeta são exemplos de questões relacionadas a esse valioso recurso”, comentou.

“Estamos celebrando um grande marco nas Ciências do Solo no Brasil,” declarou a presidente da Sociedade Brasileira de Ciência de Solo (SBCS), Fátima Maria de Souza Moreira. “Estamos quase meio século distantes dos levantamentos pioneiros do Radam Brasil, IAC e Embrapa na década de 1970 e que visavam o reconhecimento do território nacional. O Pronasolo fará agora um detalhamento mais acurado com fins de manejo adequado à potência agrícola que o Brasil se tornou.”

Em nome do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Ivone Lopes Batista afirmou que a instituição usará sua expertise em coleta de dados em todo o território nacional para gerar dados de cartografia e recursos naturais para o Pronasolos. “Estamos honrados de participar de uma atividade e um debate tão importante para comunidade científica brasileira. ”

O presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Rui da Silva Verneque, disse ser fundamental conhecer esse recurso natural para continuar a contribuir para a produtividade da agricultura brasileira. “Precisamos conhecer o solo e suas transformações. É um trabalho grandioso, de enorme envergadura e fundamental para o Brasil, ” pontuou. Verneque discursou em nome das instituições estaduais de pesquisa agropecuária.

A sustentabilidade e as questões ambientais foram lembradas pelo representante do Serviço Geológico do Brasil (CPRM/SGB), Paulo Afonso Romano. “Para cumprir os objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) será necessário conhecer o solo,” ressaltou, “Não é possível separar gestão da água sem falar de solo”, completou.

“A falta de água que sofremos hoje nas fazendas está bastante relacionada à falta de cuidados que temos com o solo,” afirmou o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, para ele, além do Programa, o País deve ter uma política e um sistema nacional de informação sobre solo.

“A Universidade Federal de Santa Maria se sente orgulhosa de poder colocar sua longa tradição na área de solos à disposição desse trabalho”, declarou o reitor da universidade, Paulo Afonso Burmann. “É para se comemorar a decisão incisiva do País de resolver essa importante demanda”, acredita.

José Carlos Polidoro, da Embrapa, informou que o Governo Federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) prepara um decreto que visa a estabelecer o Pronasolos como programa de Estado.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Como Salvar o Programa Espacial?

Olá leitor!

Trago agora para você o quarto artigo de cinco da série escrita pelo pesquisador do INPEMario Eugenio Saturno, tendo como tema o Programa Espacial Brasileiro (PEB).

Duda Falcão

Como Salvar o Programa Espacial?

Por Mario Eugenio Saturno*
06/12/2017

É o meu trigésimo terceiro ano no INPE e vi muita coisa dar certa e outras tantas darem erradas que julgo poder sugerir alguma coisa à nação brasileira do que fazer na área espacial.

O que me irrita muito é ver egos dominarem os rumos da Política Espacial praticada e que levam repetidamente ao desastre. Enquanto os egos brasileiros recusam a enxergar os sucessos dos rivais internos, sabotando e escondendo, ao invés de somar e multiplicar, nossos vizinhos da Argentina vão produzindo em série satélites comuns, de radar e de telecomunicações. Até surgiu um boato que o orçamento deles neste ano foi um fiasco. Um colega esteve na Argentina neste novembro e viu que eles vão investir um bilhão de dólares também neste ano e não os cem milhões que se delirava por aqui. Fiasco? Só o brasileiro!

Daí já vem a primeira necessidade para o Programa Espacial Brasileiro, se a falida Argentina pode investir um bilhão de dólares por ano, o que nos impede de fazer mais? Temos uma economia muito melhor, temos um território maior ainda e um parque industrial de fazer inveja. É falta de vontade política? Quem joga contra o Brasil?

Talvez inspirado na causa do sucesso argentino na área espacial e nuclear, a estatal INVAP, criaram a Visiona Tecnologia Espacial S.A., uma empresa de capital misto, da Embraer que detém 51% do capital e da Telebrás, os outros 49%, com o objetivo de estabelecer-se como integradora industrial de satélites nacionais. Para a indústria nacional pouco muda, já que a Visiona não pretende ser fabricante de componentes e que fará aquisições no Brasil na medida em que a indústria nacional capacitar-se.

O INPE desempenha o papel de integrador, com todas as restrições da Lei das Licitações e toda a insegurança jurídica que nossa Justiça gera. A começar com nossa Assessoria Jurídica da União que se comporta não como assessoria, mas como se fosse auditoria...

O problema é que lideranças dentro do INPE e DCTA não viram a Visiona como parceiro, mas como ameaça e partiram para o conflito. Até enxergaram a falência da empresa em curto prazo.

Outro dado importante é que no relatório do Tribunal de Contas da União, a Visiona aparece com o papel de integrador nacional e com orientações ao INPE e Agência Espacial Brasileira para que se adaptem a essa nova realidade.

Quem delira o fim da Visiona nem leu no Diário Oficial o Extrato do Contrato da Telebrás do Satélite SGDC-1: aquisição dos Segmentos Espacial e Terrestre que compõem e a posterior entrega de tais segmentos, plenamente operacionais, bem como a realização das atividades de Integração; valor global do contrato, para 222 meses, de R$ R$1.310.920.061,42. Dezoitos anos!

E contrato por Dispensa de Licitação (Art. 24, Inciso IX, da Lei 8.666/93): quando houver possibilidade de comprometimento da segurança nacional, nos casos estabelecidos em decreto do Presidente da República, ouvido o Conselho de Defesa Nacional.

Está aí o caminho inicial, orçamento compatível (um bilhão de dólares), o INPE fornecendo tecnologia e ciência, a Visiona executando, complementando ainda com uma forte parceria com os argentinos.

* Mario Eugenio Saturno (cientecfan.blogspot.com) é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e congregado mariano.

Segue abaixo os outros artigos dessa Série escritos pelo autor:



terça-feira, 5 de dezembro de 2017

ON e Observatório Geofísico Uruguaio Debateram Acordo Para Realização de Cartas Magnéticas

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (01/12) no site do “Observatório Nacional (ON)” destacando que o Observatório Geofísico Uruguaio e o ON debateram em Vassouras-RJ, em novembro passado, um acordo para realização de Cartas Magnéticas.

Duda Falcão

ON e Observatório Geofísico Uruguaio Debatem
Acordo Para Realização de Cartas Magnéticas

Publicado: Sexta, 01 de Dezembro de 2017, 18h57
Última atualização em Sexta, 01 de Dezembro de 2017, 19h00

Entre os dias 20 e 24 de novembro, a cidade de Vassouras foi transformada no centro de todas as Américas do geomagnetismo e do clima espacial, sediando o II Encontro de trabalho Pan Americano de Geomagnetismo. Participaram 57 profissionais, especialistas, além de estudantes de geomagnetismo e do clima espacial, oriundos de 16 países das Américas do Norte, Central e do Sul, além de Alemanha, Bélgica, Itália, Portugal, Reino Unido e Moçambique.

Durante o II PANGEO, o coordenador do evento, o pesquisador Luiz Benyosef, do Observatório Nacional, se reuniu com o oficial Bruno Canosa Görke, do Serviço Geográfico Militar – Ministério da Defesa do Uruguai, e a pesquisadora leda Sánchez Bettucci, coordenadora do Observatório Geofísico do Uruguai – Faculdade de Ciências/Universidade da República, que vieram para este evento especialmente para definir o escopo do acordo a ser firmado entre Brasil e Uruguai, para realização das cartas magnéticas entre a região sul do Brasil, Uruguai e Paraguai.

As sessões científicas e minicursos do II PANGEO foram apresentados e discutidos no salão de convenções do hotel Mara Palace. No Observatório Magnético de Vassouras, foram realizadas medições intercomparativas, comparando os valores medidos por instrumentos trazidos de observatórios estrangeiros, para que fossem comparados entre si e com similares do centenário Observatório Magnético de Vassouras. "É importante destacar que este observatório tem uma das mais importantes séries históricas no contexto mundial por estar operando,  ininterruptamente de minuto a minuto, desde 1916", explica o coordenador do evento, o pesquisador Luiz Benyosef, do Observatório Nacional.

O II PANGEO permitiu a observação de novos procedimentos técnico-científicos, a apresentação de novos instrumentos que aumentam a precisão dos dados registrados pelos observatórios magnéticos e estações de repetição, essenciais no fornecimento das informações para o estudo do clima espacial brasileiro e das Américas.

As sugestões e conclusões do II PANGEO serão compiladas em um documento que depois de finalizado será enviado para organizações especializadas em todo mundo, especialmente das Américas, que se dedicam nos estudos do geomagnetismo e do clima espacial.

Participantes visitam o Observatório Magnético
de Vassouras.
Especialistas da Costa Rica fazem intercomparações
instrumentais.
Conferência do pesquisador Clézio de Nardin, do INPE.


Fonte: Site do Observatório Nacional (ON)

Professor do ITA Lança Livro Sobre Cinemática e Dinâmica

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (04/12) no site do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), destacando que Professor do ITA lançou livro sobre Cinemática e Dinâmica.

Duda Falcão

Notícias

Professor do ITA Lança Livro
Sobre Cinemática e Dinâmica

Divisão de Comunicação Social
04/12/2017

No dia 29 de novembro, o professor Domingos A. Rade, da divisão de engenharia mecânica do ITA, lançou seu livro intitulado Cinemática e Dinâmica para Engenharia. O tema do livro está relacionado ao estudo do movimento de diversos tipos de objetos encontrados na natureza ou dispositivos construídos pelo homem e que tem grande importância na formação de engenheiros de diversas especialidades.

A cinemática é o estudo das formas de representação do movimento sem levar em consideração os agentes que causam este movimento. Já a dinâmica trata da relação entre forças e momentos e o movimento resultante.

O conhecimento destes temas é indispensável para a compreensão de numerosos fenômenos naturais, como o movimento dos corpos celestes, as correntes atmosféricas e o voo dos pássaros, e o funcionamento de máquinas e veículos, como a propulsão de foguetes e o controle da órbita de satélites artificiais.

No livro, a cinemática e a dinâmica são aplicadas a três tipos diferentes de modelos de corpos, sendo elas partículas, sistemas de partículas e corpos rígidos em movimento plano (bidimensional) e movimento espacial (tridimensional).


Fonte: Site do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)

Estudantes Conhecem Atividades a Serem Desenvolvidas no CVT-Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (04/12) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que em aula inaugural Estudantes conheceram atividades a serem desenvolvidas no CVT-Espacial.

Duda Falcão

Estudantes Conhecem Atividades a
Serem Desenvolvidas no CVT-Espacial

Coordenação de Comunicação Social – CCS
Pulicado em Brasília
04/12/2017


Uma aula inaugural no dia 24 de novembro lançou as diretrizes para os trabalhos educacionais a serem desenvolvidos, no próximo ano, no Centro Vocacional Tecnológico Espacial (CVT-Espacial) em Parnamirim (RN). A atividade teve a participação de professores da Secretaria Municipal de Educação de Parnamirim e estudantes do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), que atuarão como monitores no CVT-Espacial.

Antes, no dia 23 de novembro, os professores participaram de uma palestra de conscientização, a qual abordou o planejamento e execução de atividades espaciais no Brasil, ministrada pelo coordenador de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da AEB Rodrigo Leonardi. Uma outra palestra, proferida pelo coordenador da Unidade Regional da AEB em Natal, Marco Antônio de Rezende, mostrou a importância do Programa Espacial Brasileiro.

Os professores também conheceram os dez ambientes do CVT-Espacial, como laboratórios para atividades de propulsão, satélite, integração e teste, auditório, espaço Marte e Lua, sala de capacitação, refeitório e vestiários, além de espaço aberto para lançamentos de foguetes e outras atividades. O encontro teve como finalidade apresentar aos futuros cientistas os espaços do centro e simular atividades que no próximo ano serão executadas no CVT e irão contribuir com o aprendizado de ciência e tecnologia.

Aula Inaugural

Na aula inaugural, os professores do IFRN, José Soares Batista Lopes e João Maria Araújo do Nascimento abordaram temas científicos, como propulsão, noções sobre satélite e foguetes. Segundo a estudante do Instituto, Juliana Soares dos Anjos no CVT ela vai aprender a manusear telescópio e o planetário móvel. Todas as atividades facilitarão o aprendizado em diversos assuntos relacionados à temática espacial.

As atividades práticas foram desenvolvidas nos laboratórios do CVT, e incluíram construção e testes em CanSats, pequenos satélites científicos com dimensões similares à uma lata de refrigerante. Os estudantes também tiveram a oportunidade, no fim da aula inaugural, de acompanhar o lançamento de um CanSat, realizado com o uso de um drone.

CVT – Espacial

Inaugurado no dia 13 de novembro, o CVT-Espacial é uma iniciativa da AEB inserida no Programa de Apoio à Implantação e Modernização de Centros Vocacionais Tecnológicos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), desenvolvido em parceria com o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), com apoio do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).

Com a instalação do CVT-Espacial, os estudantes da região poderão desenvolver diversas atividades educacionais, como competições de espaçomodelismo, foguetemodelismo e, principalmente, cursos de capacitação e oficinas temáticas espaciais, utilizando os modelos do Programa AEB Escola, mas de forma continuada. Inicialmente o Centro vai atender alunos do 9º ano do ensino fundamental das escolas públicas de Parnamirim, mas no futuro as atividades serão estendidas a outros níveis de ensino.



Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

domingo, 3 de dezembro de 2017

Marte Recriado em Utah e Caiçara do Rio do Vento

Olá leitor!

Segue abaixo uma curiosa e interessante matéria publicada hoje (02/12) pelo site do jornal “Tribuna do Norte” destacando que um projeto da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) montou no município de Caiçara do Rio do Vento um Habitat Marte, que tem como objetivo desenvolver tecnologias espaciais.

Duda Falcão

Marte Recriado em Utah e
Caiçara do Rio do Vento

Tribuna do Norte
Publicação: 02-12-2017 - 00:00:00

Mesmo distante, em média, 220 milhões quilômetros da Terra, o planeta Marte desperta o fascínio em pesquisadores que estudam como habitar o desértico planeta vermelho. Na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), um projeto montado no município de Caiçara do Rio do Vento, em região do semiárido a 100 quilômetros de Natal, o Habitat Marte, pesquisa como desenvolver um microssistema de tratamento de água e esgoto, além de uma roupa como modulo autônomo de resfriamento sustentável. A primeira tripulação do projeto fará simulação durante 48 horas, de 8 a 10 de dezembro. A estação de pesquisa é a primeira do hemisfério sul que vivencia uma experiência em ambiente análogo ao do planeta vermelho.

Pesquisadores do Habitat Marte em Caiçara do Rio do
Vento fazem simulação de 8 a 10 de dezembro.

O Habitat Marte ocupa uma estrutura de 56m² dentro do Núcleo de Pesquisa em Engenharia, Ciência e Sustentabilidade do Semiárido (NUPECS), com o objetivo de criar um estação autossustentável, na qual os habitantes irão reutilizar a água, produzir a própria comida em uma estufa e até mesmo a energia que será consumida.  Tais invenções podem se transformar em soluções para o semiárido, que assim como Marte sofre com a escassez de recursos e indicar praticas de sobrevivência humana em ambientes com pouca água.

Durante duas semanas, de 4 a 19 de dezembro, o professor do Departamento de Engenharia de Produção da UFRN, um dos pesquisadores do Habitat Marte, Júlio Francisco Dantas de Rezende, comandou expedição na Estação Desértica de Pesquisa de Marte, mantida por uma ONG americana Hanksville, deserto de Utah, nos Estados Unidos. Foram duas semanas de imersão no Mars Desert Research Station, ambiente similar a Marte, onde a equipe formada ainda por três peruanos e um norte-americano usaram traje espacial para exploração do terreno local, divisão de tarefas de manutenção da estrutura, pesquisas individuais e produção do próprio alimento. Júlio Rezende é o único brasileiro a comandar uma estação de pesquisa sobre Marte.

Em novembro a base recebeu expedição de pesquisadores
liderados pelo potiguar Júlio Rezende.

Segundo o professor, a vivência foi importante para conhecer as tecnologias adotadas em Utah que podem ser aplicadas na confecção de equipamentos para o Habitat Marte da UFRN. “Servirão de aprendizado para a operação do Habitat Marte que terá sua primeira missão agora em dezembro”, afirma Rezende.

A iniciativa em Caiçara do Rio do Vento apresenta elemento de empreendorismo, criatividade e sustentabilidade em seu processo de criação e concepção, aspectos esses que motivam que a experiência seja estudada e compartilhada de modo a apresentar a outros países que habitats análogos à Marte necessitam ser fomentados. O Mars Lab, do Laboratório de Sustentabilidade da UFRN, trabalha nessa direção com estudos voltados não apenas ao espaço, mas também à criação de tecnologias sociais aplicáveis no sertão potiguar.

Estação de Pesquisa do deserto de Utah (EUA) simula
condições inóspitas do habitat marciano.

O Habitat Marte tem como principais objetivos estimular, apoiar e promover a educação espacial, a pesquisa sobre sustentabilidade em Marte e no semiárido, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias, assim como a transformação de ideias em produtos no campo das engenharias. De acordo com Júlio Rezende, existem demandas para cursos de outras áreas, em virtude de necessidades como a preparação física dos astronautas antes das missões, a elaboração de um cardápio alimentar durante a simulação, o saneamento local e a instalação de antenas.


Fonte: Site do Jornal Tribuna do Norte - 02/12/2017

Comentário: Pois é leitor, veja como as coisas são feitas no Brasil. No momento em que o PEB desintegra-se nas mãos desses Populistas de Merda, surge no Brasil (mesmo que de forma modesta pela foto apresentada) uma instalação digna daquele programa da TV americano da década de 50 e 60, The Twilight Zone ("Além da Imaginação" como era intitulado aqui no Brasil), mas enfim, tá ai esta notícia curiosa.

sábado, 2 de dezembro de 2017

Chuva de Meteoros Poderá Ser Vista a Olho Nu em Toda Santa Catarina em Dezembro

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia publicada dia (30/11) pelo site do jornal “Diário Catarinense” destacando que uma Chuva de Meteoros poderá ser vista a olho nu em toda Santa Catarina em dezembro.

Duda Falcão

ASTRONOMIA

Chuva de Meteoros Poderá Ser Vista a Olho
Nu em Toda Santa Catarina em Dezembro

Diário Catarinense
30/11/2017 - 17h56min
Atualizada em 30/11/2017- 18h14min

Foto: NASA / Reprodução

Também conhecida como estrelas cadentes, o fenômeno astronômico chuva de meteoros poderá ser visto em todo o Estado de Santa Catarina entre os dias 4 e 16 de dezembro. O ápice do evento será na madrugada de 13 para 14. A previsão é do professor de Física Marcelo Girardi Schappo, coordenador do projeto de Observações Astronômicas e Tópicos de Física Moderna do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

O cientista explica que, em alguns períodos do ano, a Terra passa por regiões que coincidem com órbitas de cometas e asteroides. Essas órbitas são sujas, repletas de detritos que se soltam do astro principal e pegam fogo ao entrarem na atmosfera terrestre. 

— A interação dessas rochas em alta velocidade e em atrito com a nossa atmosfera faz com que a rocha incinere e forme aquele traço brilhante. É o que forma a chuva de meteoro. O meteoro não é a rocha, mas o efeito atmosférico. 

Segundo o professor, nos próximos dias ocorrerá uma das maiores chuvas de meteoros do ano, as Geminídeas, por virem da constelação de Gêmeos. A taxa de visualização dela pode chegar a mais de 100 meteoros por hora. Por isso, pesquisadores do projeto Astro&Física do IFSC irão observar o fenômeno na praia do Novo Campeche, em um evento aberto ao público. No entanto, qualquer pessoa pode ver as estrelas cadentes desde que siga as orientações de Girardi.

Como observar os meteoros?

O mais importante é estar em um lugar com pouca ou nenhuma iluminação artificial. Praias, sítios, campos, mirantes de morros ou em alto mar. É recomendável levar toalha ou cadeira reclinável e ficar deitado para observar os meteoros. Assim não força o pescoço. Seguindo esses passos, é só contar que o céu esteja limpo, sem nuvens.


Fonte: Site do Jornal Diário Catarinense Online - 30/11/2017

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

BANDEIRANTE Foguetes Educativos Passa a Representar no Brasil a ESTES Rockets

Olá leitor!

Desde o inicio do mês de novembro deste ano que a empresa pernambucana “BANDEIRANTE Foguetes Educativos” (muito conhecida por aqueles que praticam o Foguetemodelismo no país), passou a representar no Brasil a empresa americana “ESTES Rockets”.

Segundo o Sr. Roberto de Paula (diretor da BANDEIRANTE), a partir desta parceria com a ESTES, ambas as empresas resolveram conjuntamente apoiar eventos de Foguetemodelismo, Espaçomodelismo ou qualquer outro da Área Aeroespacial no país.

Para tanto, o apoio aos interessados consistirá na montagem de um Stand de Vendas com produtos de ambas as empresas, e a realização de uma Oficina de Montagem e Lançamentos de Foguetes com os participantes do respectivo evento.

Vale dizer que como resultado prático desta nova parceria BANDEIRANTE/ESTES, o primeiro evento apoiado por ambas às empresas ocorreu com sucesso no ultimo dia 18/11 (veja aqui) quando da realização do “II Campeonato de Foguetes de Combustível Sólido” do Colégio Santa Maria de Recife.

O Sr. Roberto de Paula informa também que a BANDEIRANTE já esta disponibilizando motores para lançamentos em áreas restritas como o ½A3-2, bem como em breve estará lançando novos motores da série 13 mm e da série vermelha para modelos de foguetes mais pesados.

Para maiores informações entre em contato com o Sr. Roberto de Paula através do site da BANDEIRANTE (http://www.boavistamodelismo.com.br/index.php) ou pelo e-mail: roberto@aeroespacial.com.br.

Saiba Mais Sobre as Empresas

BANDEIRANTE Foguetes Educativos (Boa Vista Modelismo Ltda): Fundada pelo Sr. Roberto de Paula em 01 de setembro de 1999, de direito privado, que tem como objetivo desenvolver projetos voltados para o estudo cientifico proporcionando ao jovem e adulto uma preocupação maior sobre a área cientifica, um tanto desconhecida pela maioria do nosso povo brasileiro.

ESTES Rockets (ESTES Industries): Foi fundada em 1958 em Denver, no Colorado (EUA), pelo Sr. Vern Estes, pioneiro que desenvolveu uma máquina para produzir modelos de foguete de propelente sólido. A invenção Sr. Vern Estes deu às pessoas uma maneira consistente e confiável de lançar foguetes modelo.

Mais tarde, a empresa se ramificou para a produção em massa de ogivas de balsa e adaptadores para foguetemodelos e em 1960, começou a vender os seus modelos de foguetes pelo correio.

Já em 1961, a companhia foi transferida para uma área de 77 hectares nos arredores de Penrose, no Colorado. Com o crescimento rápido da empresa, em pouco tempo, a cidade de Penrose tornou-se conhecida como a "Capital dos Foguetemodelos no Mundo". Hoje a ESTES Industries tornou-se o principal fabricante de kits, motores e acessórios para foguetes modelo em todo o mundo.

Duda Falcão