quinta-feira, 1 de junho de 2017

Governo Federal Entrega o CLA Para os Estados Unidos

Olá leitor!

Segue uma matéria publicada hoje (01/06) no jornal “O Estado do Maranhão”, destacando que o Governo TEMER entregou o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) para os EUA.

Duda Falcão

GERAL

Governo Federal Entrega o CLA
Para os Estados Unidos

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse ontem que
o Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão,
já está pronto para uso pelos países parceiros,
Estados Unidos, França, Rússia e Israel

O Estado do Maranhão
São Paulo
01/06/2017

Foto: Divulgação
O Centro de Lançamento de Alcântara ( CLA)
está pronto para ser usado.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou ontem que o governo brasileiro vai permitir inicialmente aos Estados Unidos o uso do Centro de Alcântara, no Maranhão, para o lançamento de foguetes ao espaço. Além dos EUA, o ministro disse que Israel, Rússia e França também já manifestaram interesse em usar a estrutura do equipamento.

O Centro de Lançamento de Alcântara, conforme lembrou o ministro durante o Fórum de Investimentos Brasil 2017, está paralisado desde 2001 e o governo do presidente Michel Temer (PMDB) prepara um projeto de lei que autoriza o país a permitir o uso do equipamento a governos estrangeiros.

Uma versão do projeto já havia sido apresentada em 2001, mas foi retirada do Congresso para ganhar um novo texto. Não há prazo Durante discurso no evento, o ministro não citou um prazo para envio do projeto, mas disse que "muito em breve" o centro vai estar em plenas condições de funcionamento.

Um Conselho Nacional de Espaço também será criado, explicou o ministro, para servir como um comitê executivo que dará suporte à administração do centro de lançamentos. "O país investiu bilhões na construção do equipamento de um centro que aí se encontra plenamente consolidado, com plenas condições de funcionamento e que esperamos reativar muito em breve", disse Jungmann.

O ministro destacou que o interesse dos outros países em usar a estrutura brasileira para lançar foguetes no espaço se dá pelo fato de o Centro estar estrategicamente localizado, já que fica na linha do Equador e tem uma proximidade maior da superfície terrestre com o espaço.

Acordo

Segundo ele, o Ministério das Relações Exteriores firmou acordo com os Estados Unidos, que deve ser o primeiro país a utilizar o centro. A França também enviou, há um mês, uma equipe que conheceu a unidade. Ainda não há prazo, no entanto, para o início das operações.

Inicialmente, o
CLA será usado
pelos EUA

O Centro está
Estrategicamente
bem localizado

O ministro citou a dificuldade de expansão da base por causa da questão quilombola. A área de 60 mil hectares foi desapropriada, restando 8 mil hectares para os lançamentos da plataforma. “Se você tiver mais 12 mil hectares, e isto está em negociação, você vai poder colocar até seis países no centro de lançamento. Seria uma melhora muito grande nos recursos”, disse. Segundo ele, com a expansão, os recursos passariam de US$ 1,2 bilhão para US$ 1,5 bilhão.

Atualmente, a base opera no lançamento de foguetes em menor escala. “Não tem lançamento de satélites, tem de foguetes de pesquisa.”

O Governo Federal deveria enviar em maio ao Congresso a nova versão do projeto que permitirá a governos estrangeiros o uso da base de lançamento de foguetes de Alcântara, no Maranhão.

Já há conversas avançadas para que os EUA usem a base, que tem uma das melhores localizações para o lançamento de foguetes com satélites do mundo, já que está praticamente na linha do Equador e, portanto, no ponto mais próximo da superfície em relação ao espaço -gasta-se cerca de 30% menos combustível para colocar os artefatos em órbita.

"Estamos tendo prejuízo com a base fechada", disse o brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno, chefe de gabinete do Comando da Aeronáutica. Cada lançamento custa entre R$ 90 milhões e R$ 480 milhões, dependendo de sua complexidade.

O uso de Alcântara é alvo de longa polêmica. Em 2000, no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), foi assinado um Tratado de Salvaguardas para que os americanos utilizassem a base com direito a sigilo total de seu equipamento.

Houve forte oposição do PT no Congresso ao texto, com apoio de alguns setores militares, que viam na concessão uma violação da soberania brasileira. "Foi uma visão errada, pois no mundo todo funciona assim", afirma o ministro da Defesa, Raul Jungmann.

No governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o acordo foi esquecido e um novo negócio acabou firmado com a Ucrânia para o lançamento de modelos Cyclone-4 em 2004. Onze anos e US$ 500 milhões depois, o acordo fracassou por problemas técnicos, e a então presidente Dilma Rousseff (PT) o cancelou. "Foi um acordo desastroso para o Brasil, e na prática ele tinha as mesmas salvaguardas para os ucranianos de que reclamavam no caso americano", diz o ministro.

Já no governo Michel Temer (PMDB), o Itamaraty retomou os contatos com os americanos. O texto que estava parado no Congresso foi recolhido e está sendo refeito.

Microssatélites

Os EUA estão na frente para a negociação, mas o objetivo é abrir a base, até porque o programa de veículos lançadores de satélites brasileiro ainda não se recuperou da explosão de um foguete em 2003, que matou 21 técnicos.

Só o mercado de microssatélites de comunicação é estimado em 4 mil lançamentos nos próximos anos. Hoje, na região a principal base de lançamento é em Korou, na Guiana Francesa. O Brasil está tentando lançar seu primeiro satélite geoestacionário de lá desde o dia 21, mas o país foi engolfado por uma série de greves e protestos devido à crise econômica local e a criminalidade, e manifestantes impedem o acesso à base.

"Espero que a situação se resolva logo", afirmou Jungmann. O satélite trará independência às comunicações militares e governamentais brasileiras, e expandirá o uso de banda larga de internet para todo o território nacional. De tecnologia da francesa Thales, com colaboração brasileira, seu lançamento custará R$ 300 milhões aos cofres do Brasil.

MAIS

Características da Base em Alcântara

* O CLA está situado na latitude 2°18’ sul, no município de Alcântara, a 32 quilômetros de São Luís, capital do estado brasileiro do Maranhão.

* Devido à proximidade com a linha do equador, o consumo de combustível para o lançamento de satélites é menor em comparação com bases em latitudes maiores.

* No âmbito do mercado das missões espaciais internacionais, o CLA se tornará provavelmente o único concorrente do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa.

OBS: Veja abaixo a matéria produzida pela TV Mirante de São Luis-MA sobre esse assunto.



Fonte: Jornal O Estado do Maranhão – Caderno Especial - pág. 05 - 01/06/2017

Comentário: Bom leitor, já disse e repito que apesar de não confiar nada nessa corja que desgoverna o Brasil, só ‘Piru’ morre de véspera e qualquer análise sobre esse assunto sem conhecer o teor do acordo é no momento puro exercício de suposição e, portanto não deve ser levado a sério. Além do que acordos nesse sentido se bem formulados forem são muito bem vindos, seja com os EUA ou qualquer outra nação do mundo, pois pode gerar recursos tornando o centro autossustentável. E outra coisa, desde o início do CLA era essa a intenção, torna-lo um centro de prestação de serviços não só para o PEB como para outros países, tanto que o planejamento previa a construção de diversos sítios de lançamento bem como o Centro Espacial de Alcântara (CEA) com empresas e centros educacionais no entorno do CLA, plano esse que foi muito prejudicado pela questão com as Comunidades Quilombolas. O problema aqui leitor não são os Americanos (deles se pode esperar o melhor para eles) e sim o desempenho, competência e seriedade como essas negociações serão conduzidas pelos nossos representantes, esta aí o risco e pelo que sabemos não é nada pequeno, mas como disse acima, temos de aguardar para conhecer o teor do acordo para assim se poder fazer uma análise embasada. Aproveitamos para agradecer ao leitor Edvaldo Coqueiro pelo envio desta matéria e ao Jahyr Jesus Brito pelo envio do vídeo.

15 comentários:

  1. Duda, não se pode esperar nada de tão grandioso ao Brasil com essa entrega. Desculpe-me, mas nesse quesito, sou totalmente cético quando as boas intenções por trás desse projeto. Todos os governos civis colocaram o PEB como não prioritário. Usar a base para ganhar dinheiro? Beleza. Mas o que o povo ganhará com isso? O que os nossos universitários que estão se tornando engenheiros aeroespaciais ganharão com isso? Será que esses países que utilizarão a base terão um olhar diferenciado de mudar a realidade em torno do CLA? Será que os recursos que ganharemos com isso poderão ser aplicados diretamente no PEB? No projeto anterior, os EUA foram bastante diretos quanto a não aplicação do dinheiro em projetos espaciais brasileiros. São tantas perguntas que provavelmente teremos as respostas quando o projeto for acessível a comunidade, entretanto, acho que podemos estimar o que ocorrerá.

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    1. Olá Brehme!

      Como disse tudo depende de como for negociado o acordo. Mas vamos lá respondendo as suas perguntas:

      Usar a base para ganhar dinheiro?

      R: Sim, muitos países fazem isso e porque não faríamos?

      Mas o que o povo ganhará com isso?

      R: Bom isso depende de como esses recursos serão aplicados.

      O que os nossos universitários que estão se tornando engenheiros aeroespaciais ganharão com isso?

      R: Poderão ganhar muito, só dependendo de como os recursos serão aplicados, já que com a geração de demanda, necessitaremos de engenheiros para fazerem elas se tornarem realidade.

      Será que esses países que utilizarão a base terão um olhar diferenciado de mudar a realidade em torno do CLA?

      R: Inicialmente isso ocorreria por iniciativa de empresas brasileiras e posteriormente se houvesse competência mediante o compromisso governamental com o setor, certamente acabaria atraindo empresas internacionais.

      Será que os recursos que ganharemos com isso poderão ser aplicados diretamente no PEB?

      R: É claro que sim, não há como impedir isso. Aquela clausula do acordo anterior era uma tremenda piada que não se sustentava.

      Entretanto Brehme, como eu disse, não há ainda como dizer nada sem ter acesso ao teor do acordo, mas devido ao histórico desses vermes e principalmente pelo que o Ministro Jungmann vem dizendo sobre o acordo anterior (um detalhe que esperava que todos tivessem notado) é preocupante toda esta situação.

      Abs

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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    2. Olá Duda, só para complementar as minhas indagações quanto a entrega da base aos estadunidenses:

      "Sim, muitos países fazem isso e porque não faríamos?"

      Acho que não finalizei a minha expressão. Não sou contrário a ganharmos dinheiro com nossas vantagens, pelo contrário, é uma das possíveis saídas que nós temos para diversificarmos a nossa economia; adentrar na área econômica-tecnológica.

      "Bom isso depende de como esses recursos serão aplicados."

      Essa é a resposta para tudo. Se formos apenas ganhar dinheiro com a base sem podermos utilizá-lo dentro do próprio PEB, isso não é nenhuma vantagem a nação brasileira. Fere a soberania de um Estado.

      "Poderão ganhar muito, só dependendo de como os recursos serão aplicados, já que com a geração de demanda, necessitaremos de engenheiros para fazerem elas se tornarem realidade."

      Geração de demanda pelo uso da base. Mas como será feita essa demanda? Estranha-me um país que detém a maior agência espacial, um grupo industrial forte no setor aeroespacial vir gerar demanda "Made in Brazil".

      "Inicialmente isso ocorreria por iniciativa de empresas brasileiras e posteriormente se houvesse competência mediante o compromisso governamental com o setor, certamente acabaria atraindo empresas internacionais."

      Empresas internacionais sendo atraídas por um programa espacial de outra nação. Você tem fé que empresas brasileiras entrariam no jogo?

      "É claro que sim, não há como impedir isso. Aquela clausula do acordo anterior era uma tremenda piada que não se sustentava."

      Amigo Duda. Acho que de piada, nossos políticos entendem e sabem muito bem como sustentá-la.

      Desculpe-me, mas ainda acho que disponibilizar a base para diversas outras nações, estando você muito longe do mercado aeroespacial, sem termos pessoas competentes a estabelecer essa parceria, com uma política corrupta e que já se mostrou não medir esforços, com a filosofia de que "os fins justificam os meios"... não trará vantagens a nós. Espero errar dessa vez!

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    3. Olá Brehme!

      É Como eu disse tudo depende como o acordo será feito e evidentemente de como o Programa Espacial será conduzido a partir de agora. Se for feito da forma correta, não haverá problema algum. O problema é que, na atual conjuntura política é difícil acreditar que isso ocorra, mas temos de aguardar para vê.

      Abs

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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  2. O que o Brasil ganha com o CLA se não temos um lançador de satélites? Se o VLM ficar pronto será lançado de outra plataforma e mesmo a existente, com certeza, para uso de outro foguete qualquer deverá passar por adaptações. De mais a mais, no Brasil de Lula, Dilma, Michel Temer e de outro qualquer desses que se colocam como futuros candidatos a presidente da República, não se deve esperar nada mais do que a continuidade da luta entre gato e rato, ficando claro que gato é a Polícia Federal.

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    1. Olá Bernardino!

      Bom tudo isso para ser positivo gira em torno da finalização do VLM-1, mas é independente disso. Quanto a plataforma do VLS-1, não será necessário fazer qualquer adaptação na mesma, há não ser construir uma mesa de lançamento diferente da usada pelo VLS-1, mas creio que isso já tenha sido feito, e se não, não teria grandes problemas. No caso de lançamentos de outros países, caso realmente saia os acordos, eles não se utilizariam dessa plataforma do VLM-1, teriam de ser construídas outros sítios e plataformas específicas (fora é claro se forem lançamentos suborbitais, já que as plataformas desses tipos de foguetes no CLA são universais), entende? Porém é realmente preocupante essa situação devido a corja que nos representa.

      Abs

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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  3. http://www.ocafezinho.com/2017/06/01/traicao-da-entrega-da-base-de-alcantara-aos-eua-segundo-miguel-nicolelis/

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    1. Só o nome do blog é "cafezinho". Ele é patrocinado pela corruptela petista, com dinheiro sujo da corrupção. Não é de se admirar ele falar em traição, pois foi o que mais o PT e seus aliados fizeram nos últimos 14,5 anos (incluindo o atual governo): trair a confiança do povo.

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    2. Deveria postar alguma coisa da Globo ou Folha que são patrocinadas pelo PSDB e PMDB?

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  4. Também já fui nacionalista e o cacete.... Aí vi o CLA definhar, vi técnicos morrerem, vi empresas nacionais serem usadas por indivíduos do governo como se fossem suas, enquanto a população pagava pelo combustível mais caro do mundo e o BNDES gastava, com os Eikes e o Joesleys da vida, mais do que os EUA gastaram para reconstruir a Europa. Hoje quero mais é que seja tudo privatizado. E que as empresas que realmente precisam cuidar do seu consumidor para sobreviver que tomem essa terra...

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  5. Duda Falcão, espero que responda minha pergunta. obrigado
    Se aparecer um empresario Bilionário e quer investir no VLS-1 que esta (como se diz engavetado!). É possível dar iniciativa novamente no projeto do VSL-1 para que consiga lançar.. alem disso oque falta para voltar a construir o projeto do VLS-1??

    abraço amigo!

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    1. Olá Drone Action!

      As coisas não ocorrem assim, mas no Brasil tudo é possível, porem se isso ocorresse certamente teria maracutaia no meio. Programa espacial é dirigido, coordenado, planejado e fiscalizado por governos mediante acordos espacias internacionais em vigor. A participação privada ocorre na execução de contratos mediante a (em sua grande maioria) demandas geradas pelos seus respectivos governos. Existe uma crença errônea no Brasil de achar que se pode criar programas espacias privados, o que é uma tremenda fantasia. Não existe isso em nenhum lugar no mundo, existe sim atividades espacias privadas, mas todas elas sob a responsabilidade ou solicitação de governos, entende? Programa espacial é uma questão de Estado, ponto. Compreendido isto, em resposta a sua pergunta, seria possível sim, caso o governo assim solicitasse e se comprometesse, esta postura certamente iria atrair algum empresário ou empresa interessada, mas diante dos vermes que temos no governo, muito provavelmente essa iniciativa envolveria alguma maracutaia. Outra coisa, mesmo que isso ocorre-se não creio que o VLS-1 fosse a melhor opção tecnológica para isso. Acho o VLM-1 inicialmente uma plataforma melhor para se dar inicio a uma família de foguetes lançadores. Porem tudo isso é utopia no momento, apesar de que, como disse, num Território de Piratas como o Brasil, tudo é possível.

      Abs

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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    2. certo! maracutaia seria a famosa propina neh?

      Abs

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    3. Olá Drone Action!

      Sim entre outras possibilidades.

      Abs

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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  6. Olá,

    Sou estudante de engenharia mecânica e tenho sonhos e medos de trabalhar no setor aeroespacial.

    Existem gênios idealistas e loucos que se esforçarão absurdamente com uma única bala para atingir seus sonhos? Sim, mas são poucos.

    Convivo com universitários ativos no estudo aeroespacial e poucos se enquadram no perfil acima descrito.

    O pensamento mais comum é algo mais ou menos assim:

    "Se eu me esforçar muito, talvez eu consiga trabalhar em algo relacionado ao PEB em alguma pesquisa que talvez não sofra de mortalidade infantil e não seja arquivada, tendo que lidar com o temperamento e desejo de militares e políticos para que algo aconteça... Posso talvez trabalhar na Avibras também... Trabalhar em outros países ou em empresas de outros países é muito complicado, "estrangeiros" dificilmente são chamados por terem que entrar em contato com segredos tecnológicos que envolvem segurança nacional... É... foi divertido estudar isso até agora, mas talvez eu vá trabalhar mesmo com carros... ou numa consultoria... ou em bancos..."

    Não digo que seja um pensamento certo, sem erros de julgamento e falta de informação ou ideais, mas é um pensamento corrente.

    O que a reativação do CLA pode trazer é esperança e mudança de pensamento, mesmo que uma esperança tola e errônea.

    "Com a reativação do CLA podendo ter lançamentos de outros países, vão surgir mais oportunidades de emprego na área dentro do próprio CLA. Se estiver aberto a lançamentos estrangeiros, passa-se a ter as regras de mercado de oferta e procura mais ativas do que algo estritamente governamental. Além disso, talvez as empresas estrangeiras se abram mais a contratar brasileiros por eles dominarem as língua e a cultura do CLA e esses funcionários poderem ser as peças chave para uma boa negociação e tratamento logístico de toda a operação de trazer os foguetes até o Brasil para serem lançados."

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