quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Conheça o Novo Modelo de Governança do PEB Proposto Pelo MD/COMAER

Olá leitor!

Conheça pelo link abaixo a nova proposta do MD/COMAER para mudança do Modelo de Governança do nosso Patinho Feio (PEB), apresentada pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, durante a palhaçada (Audiência Pública) realizada ontem (16/08) na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado em Brasília.

Duda Falcão

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Comandante Sugere Novos Processos de Governança Para Área Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo a nota oficial da Aeronáutica publicada hoje (16/08) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), tendo como destaque a participação do Comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato, na palhaçada (audiência pública) realizada hoje para debater o PEB na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado.

Duda Falcão

ESPAÇO

Comandante Sugere Novos Processos
de Governança Para Área Espacial

Tenente-Brigadeiro Rossato apresentou diagnóstico da
área espacial e proposta de desenvolvimento do setor

Por Tem. Gabrielli Dala Vechia,
Agência Força Aérea
Publicado: 16/08/2017 - 17:00h

Audiência pública aconteceu na manhã desta quarta-feira.

O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, esteve no Senado Federal nesta quarta-feira (16/08), para falar sobre o andamento dos projetos espaciais no Brasil. Ele foi convidado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática, presidida pelo Senador Otto Alencar (PSD-BA).

Segundo o Tenente-Brigadeiro Rossato, investimentos na área estão relacionados a ganhos sociais e econômicos para o País, já que soluções espaciais trazem benefícios como: mais ferramentas para segurança pública, vigilância de fronteiras, defesa de recursos naturais, integração do Brasil por meio da conexão em banda larga, reconhecimento da malha urbana e para tomada de decisões em grandes desastres naturais.

Além disso, o potencial brasileiro - principalmente no que se refere a centros de lançamento - pode gerar recursos ao País. O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, devido à sua privilegiada posição geográfica, permite uma economia de 30% de combustível em lançamentos - sendo mais vantajoso que o Centro Espacial de Kourou na Guiana Francesa, por exemplo. "O mercado mundial no setor espacial está estimado em U$ 342 bilhões, o que dá mais de R$ 1 trilhão. Ninguém investiria esses valores se a área não tivesse importância estratégica", disse o Comandante da Aeronáutica.

Porém, para ele, os resultados dos esforços brasileiros no desenvolvimento espacial estão aquém das ambições e expectativas do País e, também, levando-se em consideração o cenário internacional. A Índia, membro do BRICS, iniciou seus investimentos na área espacial em uma época próxima a do Brasil, na década de 1960, e fez da área uma prioridade de governo. Até hoje, já lançou 48 satélites próprios e mais de cem de clientes internacionais. Com o mesmo investimento anual da Índia - 1,2 bilhão de dólares - a Argentina lançou dois satélites geoestacionários, está finalizando um satélite SAR (Synthetic aperture radar) e prevê, para 2019, apresentar seu próprio lançador. Para a Índia, o valor investido corresponde a 0,06% do PIB; para a Argentina, 0,20%.

No Brasil, o investimento está em torno de U$ 100 milhões (0,006% do PIB). Entretanto, segundo avalia o Tenente-Brigadeiro Rossato, a inconstância orçamentária é só um dos fatores que prejudicam o desenvolvimento espacial. "São várias as razões para que o nosso programa não decole. Falta gestão estratégica; o modelo de governança não está adequado. Há outros desafios, como a necessidade de desenvolvimento tecnológico próprio e uma grande quantidade de projetos sendo conduzidos em paralelo; é preciso priorizar. "Nessa área ninguém ensina ninguém, temos que desenvolver sozinhos. Há riscos na área espacial que precisamos correr", explica o Comandante.

A proposta da Aeronáutica para fomento no setor é a adoção de novos processos de governança, com a criação de um comitê executivo de espaço - para decidir orçamento, prioridades, acordos internacionais - e um conselho nacional de espaço, como estrutura executiva.

Segundo o Senador Otto Alencar, as dificuldades de execução orçamentárias são quase um problema crônico no Brasil e destacou o papel dos parlamentares para assegurarem os recursos necessários à questão espacial. Ele também destacou a importância do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) que já funciona para comunicações militares seguras. "Vamos trabalhar para que a Força Aérea tenha as condições de desenvolvimento tecnológico condizentes com o Brasil", afirmou.

Veja mais detalhes sobre a audiência pública no vídeo:



Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Pesquisador do IEAV Tem Três Artigos Entre os Mais Citados da Optics Letters

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada hoje (16/08) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEAv) tem três artigos entre os mais citados dos 40 anos do periódico Optics Letters.

Duda Falcão

NANOFOTÔNICA

Pesquisador do IEAV Tem Três Artigos
Entre os Mais Citados da Optics Letters

Os artigos são da área de óptica e fotônica

Por Tenente João Elias,
Fonte: IEAv
Edição: Agência Força Aérea
Publicado: 16/08/2017 - 15:42h


O Coronel Aviador da Reserva Vilson Rosa de Almeida, ex- Diretor e atual colaborador do Instituto de Estudos Avançados (IEAV) e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), teve três artigos entre os 100 mais citados dos 40 anos do periódico Optics Letters, publicação especializada na área de óptica e fotônica. Entre os mais de 100 mil artigos da revista, os artigos do Coronel Vilson obtiveram as posições 16ª, 60ª e 80ª. A divulgação foi feita no início do mês pela Optics Society of America (OSA).

“Isso representa um reconhecimento internacional da relevância do trabalho por significativa contribuição acadêmica, científica e tecnológica”, comemora o Coronel Vilson.

Um artigo tem como título “Guiding and confining light in void nanostructure”; outro é intitulado “Nanotaper for compact mode conversion”; e o terceiro, “Experimental demonstration of guiding and confining light in nanometer-size low-refractive-index material”. Os três estão dentro da área de óptica e fotônica, cada um sobre um tópico específico.

“Os artigos são mais relacionados com a nanofotônica que tem a ver com colocar diversas propriedades de processamento fotônico dentro de chips que, em breve, vão ser comercializados em larga escala. No contexto aeroespacial, isso está relacionado com a redução de potência, peso e dimensões. Por exemplo, para se lançar algum artefato ao espaço, esses três fatores são muito relevantes”, explica o Coronel.

Outros dois brasileiros também foram citados na lista: o Diretor-Científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Carlos Henrique Brito Cruz, que teve um artigo citado na oposição 31ª; e o professor Walter Margulius, citado na posição 61ª.


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

PEB Foi Debatido Esta Manhã na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado

Olá leitor!

Como informamos ontem (15/08) foi realizada esta manhã (a partir das 08:30) na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado mais uma dessas palhaçadas intitulada de audiência publica para debater o Programa Espacial Brasileiro (PEB).

O pedido para o debate foi do meu conterrâneo Senador Otto Alencar (PSD-BA) e contou a participação do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato.

Caso você seja um leitor ainda com saco para ouvir em pouco mais de 1h30 minutos o que foi debatido neste evento, veja abaixo o vídeo produzido pela TV Senado desta nova palhaçada protagonizada por esses vermes.

Duda Falcão

INPE Participa de Cruzeiro Científico na Costa Amazônica

Caro leitor!

Segue agora abaixo leitor uma notícia postada hoje (16/08) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que instituto participa de Cruzeiro Científico na Costa Amazônica.

Duda Falcão

INPE Participa de Cruzeiro
Científico na Costa Amazônica

Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017

Dados geofísicos, físico-químicos, biológicos e radiométricos sobre a região do recém-descrito sistema recifal da Foz do Amazonas foram obtidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e outras instituições brasileiras (UFRJ, UFES, UNIFESP, UFRRJ, INPE e JBRJ), em parceria com o Woods Hole Ocenographic Institution (EUA).

Concluído na semana passada, o cruzeiro completou 15 dias de atividades a bordo do navio oceanográfico Alucia, que percorreu mais de quatro mil quilômetros pela margem equatorial brasileira, entre o Amapá e o Maranhão.

"O mapeamento e a caracterização oceanográfica da costa amazônica são fundamentais para o gerenciamento ambiental e dos recursos marinhos. Ter a oportunidade de coletar dados in-situ para a validação de produtos de sensoriamento remoto é muito relevante”, declara Milton Kampel, pesquisador do INPE.

Durante a expedição, foram realizadas mais de 20 horas de observações a bordo de dois submersíveis, em profundidades de até 400 metros.

Dentre os principais resultados desse esforço está a caracterização de vales e cânions ainda não mapeados, registros de esponjas e peixes até então desconhecidos na região, estudos do plâncton associado à mistura das águas do mar e do maior rio do planeta, imageamento das bioconstruções carbonáticas e algas calcáreas, e caracterização bio-óptica da região.

As atividades foram complementadas por imagens de satélites enviadas pelo INPE e recebidas no navio em tempo real. Os resultados, ainda inéditos, fornecerão um panorama detalhado sobre a estrutura dos recifes e das comunidades biológicas a eles associadas.

De acordo com Rodrigo Moura, professor da UFRJ e coordenador da expedição, “os dados obtidos alteram significativamente a visão que tínhamos sobre a Margem Equatorial e trarão elementos importantes para subsidiar medidas para sua conservação e manejo”.

Submersível pronto para o mergulho.
Resgate noturno de submersível.
Coleta de água na pluma do Amazonas.
Navio Alucia na foz do Amazonas.
Análises biológicas e físico-químicas a bordo do navio.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Jovem de Itajubá-MG Descobre Suposto Meteorito e Solicita Ajuda de Um Especialista da Área

Olá leitor!

Alguns dias atrás, enquanto estava afastado de minhas atividades no Blog devido ao acidente, foi procurado por um jovem de Itajubá-MG, Bruno Guimaraes Tavares, de 26 anos, solicitando que o ajudasse a identificar a origem de uma pedra encontrada recentemente por ele que ele acredita ser um meteorito, coisa que só poderei fazer com ajuda de um leitor do Blog especialista na área.

Segundo Bruno dias atrás ele e alguns amigos foram nadar em uma cachoeira próxima de Itajubá, e enquanto brincavam de pega a pega, o Bruno encontrou um buraco de 1 metro e meio e dentro dele o suposto meteorito que brilhava muito com a luz do sol sobre ele.

Ainda segundo Bruno, a pedra não é radioativa e não atua como um imã, ou seja, não contem ferro e em sua opinião não é minério.

O jovem mineiro solicita que algum especialista se interesse pelo caso e o procure pelo e-mail: tavaresbruno229@gmail.com

Veja abaixo algumas fotos do suposto meteorito enviadas o Blog pelo jovem Bruno.

Duda Falcão

CRA do INPE Sediou Curso de Software Livre do IBGE

Olá leitor!

Segue agora abaixo uma notícia postada ontem (15/08) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que o Centro Regional da Amazônia (CRA) do instituto sediou de 07 a 11 de agosto Curso de Software Livre do IBGE.

Duda Falcão

CRA Sedia Curso de Software Livre do IBGE

Terça-feira, 15 de Agosto de 2017

De 7 a 11 de agosto, o Centro Regional da Amazônia (CRA) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em Belém (PA), sediou o Curso de Aplicação aos Softwares PostGIS e QGIS, por demanda do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os participantes estiveram nas instalações do CRA que dispõe de infraestrutura avançada para capacitações no âmbito de geotecnologias.

O curso foi um complemento a outro ocorrido em julho passado, quando os profissionais do IBGE receberam capacitação do CRA/INPE para realizar o “mapeamento do desflorestamento e do uso e cobertura da terra”. A primeira capacitação nivelou o conhecimento dos participantes acerca das metodologias dos projetos de monitoramento do INPE e os treinou para o uso do software TerraAmazon, programa desenvolvido pela Divisão de Processamento de Imagens (DPI), ligada à Coordenação de Observação da Terra (OBT/INPE), em parceria com a Fundação de Ciências, Aplicações e Tecnologia Espaciais (FUNCATE).

“O curso anterior oferecido pelo INPE ao IBGE foi excelente, porque os instrutores mostraram várias aplicações do TerraAmazon, que são possíveis de serem adaptadas à realidade do trabalho que fazemos, principalmente com relação à banco de dados e processamento de imagens”, conta o supervisor de Geodésia e Cartografia da unidade regional do IBGE em Belém, Ademir de Jesus.

Neste segundo momento o CRA/INPE ofereceu seu espaço ao instituto parceiro e o IBGE trouxe do Rio de Janeiro dois especialistas da sua Coordenação de Cartografia. Nos dias 7 a 9, o instrutor Alex Santos trabalhou com os participantes a Introdução ao ambiente de Sistema de Informação Geográfica Quantum GIS e, em seguida, o também instrutor Marcel Rotunno apresentou a Integração do PostGIS com o QGIS.

“Atualmente no IBGE nós temos utilizado o banco de dados PostGIS como banco de dados corporativo. Esse curso agora permite que as unidades regionais, como a de Belém aqui no Pará, desenvolvam suas atividades de uma forma integrada ao banco corporativo, facilitando também a distribuição de atividades”, explicou o engenheiro Alex Santos.

Assim como o TerraAmazon, desenvolvido pelo INPE, o QGIS é um software livre, ou seja, aberto para toda comunidade científica. As pessoas podem utilizar, compartilhar e também desenvolver funcionalidades para melhorar o programa.

“Devido a restrições orçamentárias, softwares comerciais de custo elevado estão sendo substituídos em algumas atividades por softwares livres, que constantemente estão avançando em suas aplicações”, completou o participante Ademir de Jesus.

O curso teve 22 participantes da unidade regional do IBGE em Belém, das supervisões de Cartografia, Recursos Naturais e Base Territorial – esta última é a responsável pelo Censo - além da participação de dois profissionais do CRA.



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Unidos Voamos Mais Alto: Cooperação Tecnológica Nacional da COBRUF

Olá leitor!

A Associação COBRUF postou também no dia (12/08) em seu Blog Oficial, uma nota explicando a diferença entre a “Cooperação Tecnológica Nacional da COBRUF” e a “Cobruf Rockets”, relatando um pouco mais sobre o Foguete-Padrão 2 (FP2) da COBRUF em desenvolvimento e sobre a Base Lançadora da COBRUF. A nota também apresenta todos os 16 grupos que fazem parte desta iniciativa, e as respectivas atuações de cada grupo na mesma. Veja abaixo.

Duda Falcão

Unidos Voamos Mais Alto: Cooperação
Tecnológica Nacional da COBRUF

Por Emersson Nascimento*
Blog da Associação COBRUF
12/08/2027

Créditos: NASA/Reid Wiseman
Brasil da Estação Espacial Internacional. 

Mais do que combustíveis, motores e espaçonaves, a peça fundamental para a exploração espacial são as pessoas com seus esforços e sacrifícios pela conquista do extraordinário. O protagonismo do Brasil na maior aventura da história da humanidade depende da democratização do Programa Espacial Brasileiro, que deve ser acessível a talentos de diversas regiões do país e deve ensinar os métodos mais avançados de desenvolvimento de missões espaciais aos estudantes de ciências, tecnologias, engenharias e matemática.

Com esse intuito, a Associação COBRUF está coordenando 16 grupos aeroespaciais universitários, unidos, na maior cooperação tecnológica aeroespacial e universitária da história do Brasil: A Cooperação Tecnológica Nacional da COBRUF (CTNC). Esta cooperação desenvolverá — até o evento COBRUF 2017 — o Foguete-Padrão 2 da COBRUF (FP2) e a Base Lançadora da COBRUF (BLC): duas tecnologias educacionais críticas para a democratização do setor espacial brasileiro, que visam se tornar referências para equipes nacionais e internacionais de foguetemodelismo universitário de alta potência.

Cooperação ou Competição?

Créditos: Associação COBRUF
Panorama de grupos aeroespaciais universitários
representados na COBRUF 2017.

A COBRUF Rockets 2017 e a Cooperação Tecnológica Nacional da COBRUF são dois projetos distintos e paralelos da Associação COBRUF, ambos englobados na COBRUF 2017. A COBRUF Rockets é focada na competição entre equipes e suas próprias tecnologias. Já a CTNC é focada na demonstração de tecnologias educacionais de exploração espacial, desenvolvidas conjuntamente pelos Grupos Cooperadores da COBRUF, sem relação direta com a competição. Desta forma, apesar de ser lançado durante o mesmo evento, o FP2 não faz parte das modalidades de competição da COBRUF Rockets.

24 grupos aeroespaciais universitários estarão representados na COBRUF 2017. Destes, 16 participarão da CTNC e 13 participarão da competição COBRUF Rockets, havendo algumas intersecções de grupos participantes de ambas.

Unidos Voamos Mais Alto

Grupos Aeroespaciais Universitários na Cooperação
Tecnológica Nacional da COBRUF.

O FP2 e a BLC estão sendo desenvolvidos de forma policêntrica, onde cada Grupo Cooperador desenvolve uma parte da tecnologia. Além disso, alguns dos grupos trabalham em análises computacionais avançadas dos sistemas, complementando seu desenvolvimento e operação.

Graças a esta metodologia, a carga de trabalho e os custos de produção são diluídos entre todos e torna-se possível a padronização de metodologias de segurança e de engenharia de sistemas. Além disso, cada grupo pode contribuir com suas habilidades únicas, otimizando os sistemas.

Legado

Créditos: Associação COBRUF
Participantes da COBRUF Beta sendo guiadas pela
Associação COBRUF para operação no Centro
de Lançamento da Barreira do Inferno em 2015. 

Não há precedentes, na história do Programa Espacial Brasileiro, para um projeto tecnológico educacional desta natureza e escala. O Foguete-Padrão 2 da COBRUF e a Base Lançadora da COBRUF estão sendo desenvolvidos, conforme diversas técnicas profissionais adotadas pelos maiores centros aeroespaciais do mundo, como a NASA, a ESA, o CTA e a SpaceX.

Uma vez que o FP2 e a BLC forem testados com sucesso na COBRUF 2017 e suas tecnologias forem consideradas confiáveis e em grau de maturidade apropriado, a Associação COBRUF disponibilizará seus projetos e know-how para todas as equipes participantes das edições da COBRUF Rockets. Esta transferência tecnológica terá como principal objetivo possibilitar que ambas as tecnologias sejam facilmente absorvidas e replicadas pelos grupos aeroespaciais universitários.

Com isso, espera-se que todos os grupos de foguetemodelismo universitário de alta potência no Brasil, incluindo tanto os mais experientes, quanto os recém-criados, possam aprender como desenvolver sistemas avançados aeroespaciais nos moldes do mercado espacial internacional — mas de forma acessível — e, a partir daí, possam adaptar e superar estes ensinamentos, desenvolvendo tecnologias próprias ainda mais avançadas.

Mais do que motores, acessibilidade e foguetes, o maior legado da Cooperação Tecnológica Nacional da COBRUF será a demonstração, durante a COBRUF 2017 no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI/DCTA), de que quando unidas por um objetivo extraordinário, todas as pessoas, com seus esforços e sacrifícios, são capazes de conquistar, para si e para os outros, o direito de voar mais alto.

* Emersson Nascimento - CEO COBRUF, IEAv Hypersonics Research Group Member, ITAÚ Intern, UFABC Aerospace Engineering Student


Fonte: Blog Associação COBRUF - https://blog.cobruf.com.br

Comentário: Pois é, não há como negar o grande trabalho que essa galerinha da Associação COBRUF vem realizando, e certamente em médio e longo prazo eles serão um dos responsáveis (talvez até mesmo) pela sobrevivência das atividades espaciais no país. Infelizmente do jeito que o PEB é conduzido por esses vermes do desgoverno a tendência é que o mesmo venha desaparecer ou apresentar cada vez menos resultados. Entretanto repito e volto a insistir, não existe nenhum programa espacial exitoso no mundo sem a presença marcante de seu governo, como já expliquei aqui em diversas oportunidades. Sem o governo fazendo a sua parte, jamais teremos um programa espacial de verdade.

Associação COBRUFAnuncia Participantes da COBRUF Rockets 2017

Olá leitor!

No dia 05/08, enquanto eu me encontrava incapacitado para exercer as minhas atividades no Blog, a Associação COBRUF postou em sua página oficial no Facebook um pequeno Teaser (vídeo) anunciando os 24 Grupos Aeroespaciais Universitários que estarão participando da COBRUF 2017, através da COBRUF Rockets 2017 e da Cooperação Tecnológica Nacional da COBRUF. Veja o teaser pelo link: https://www.facebook.com/Cobruf/videos/851382651692559/

Duda Falcão

Previsão do Tempo Ameaçada e Satélite Adiado: Como Corte de R$ 53 milhões Afeta Serviços Desenvolvidos pelo INPE

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (14/08) no site “G1” do globo.com, destacando que Previsão do Tempo está ameaçada e satélite é adiado. Veja como o corte de R$ 53 milhões afeta serviços desenvolvidos pelo INPE.

Duda Falcão

VALE DO PARAÍBA E REGIÃO

Previsão do Tempo Ameaçada e Satélite
Adiado: Como Corte de R$ 53 milhões
Afeta Serviços Desenvolvidos pelo INPE

Corte foi por contingenciamento do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Com 44% a menos, projetos estão sendo adiados e serviços correm risco.

Por Poliana Casemiro,
G1 Vale do Paraíba e Região
14/08/2017 - 11h16
Atualizado há 23 horas

(Foto: Divulgação/INPE)
CPTEC precisaria de R$ 17 milhões, mas recebeu
 apenas R$ 7 milhões.

Um contingenciamento de verba do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) pode comprometer as pesquisas e serviços feitos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Segundo a diretoria do instituto, o Ministério da Ciência e Tecnologia teria repassado R$ 53 milhões a menos que em 2016 para manter as atividades. O corte pode comprometer o lançamento de satélites e até a previsão do tempo.

O contingenciamento da verba, como chama o ministério, é por um ajuste de contas nacional baseado na queda da arrecadação. De acordo com o INPE, o instituto foi informado em junho deste ano que o planejamento deveria ser feito com 44% a menos.

O valor de R$ 96,8 milhões é o menor já recebido pelo instituto nos últimos cinco anos, em que os investimentos já vinham apresentando queda. A verba mais enxuta suspendeu reformas, adiou projetos e diminuiu os valores investidos nos centros de pesquisas dentro do instituto.

Segundo o diretor, Ricardo Galvão, a situação mais delicada é a do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC). O centro faz a previsão do tempo de todo o país e precisa de cerca de R$ 17 milhões anuais para manter o serviço. Esse ano, eles terão de trabalhar com apenas R$ 7 milhões.

Fonte: INPE
Histórico de investimento federal
em reais
146.160.283,16146.160.283,16151.084.233,09151.084.233,09122.809.889,37122.809.889,37121.993.440,78121.993.440,78149.828.638,06149.828.638,0696.890.034,0796.890.034,07201220132014201520162017025M50M75M100M125M150M175M

2012
146.160.283,16


A baixa no orçamento põe em risco o serviço prestado. Isso porque o supercomputador que faz a medição teria de ser trocado, mas por falta de orçamento, a compra foi adiada. O equipamento antigo vai passar por reparos emergenciais, mas qualquer defeito pode suspender o serviço. Isso porque só de energia, o centro gasta R$ 6 milhões.

“A gente tenta medidas alternativas, mas é um risco. Não queremos pensar nessa hipótese, mas com qualquer problema não teríamos como bancar um reparo. Estamos também tentando uma parceria para implantar painéis solares e reduzir os custos de energia, mas precisaríamos de patrocínio”, explica Ricardo Galvão, diretor do INPE.

A falta de verba também atrasou acordos de cooperação internacionais como o satélite Cbers-4A, feito com a China. Ele complementaria o satélite já lançado em 2014. A parte do projeto que cabe ao Brasil deveria ser concluída para o lançamento até 2018, mas teve de ser adiado porque não há verba para compra de equipamentos.

“Estamos falando em atraso porque ainda há a esperança de que pelo menos metade da verba contingenciada seja repassada até outubro. Mas segundo o ministério, isso depende de uma melhora na economia nacional. Se isso não acontecer, teríamos que cancelar projetos”, conta Galvão.

(Foto: Divulgação/INPE)
Supercomputador do INPE precisaria ser trocado
este ano, mas vai passar por reforma emergencial.

Estrutura

Outro ponto delicado para o instituto é o pessoal e a manutenção dos laboratórios. De acordo com o INPE, o instituto perdeu, desde 2016, cerca de 120 funcionários por aposentadoria. Os cargos em aberto foram ocupados por bolsistas de pesquisas, responsáveis por serviços essenciais na unidade como monitoramento de satélites e produção de relatórios sobre o desmatamento da Amazônia.

O número de bolsistas também dependem de verba federal, já que são bancados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que também enfrenta cortes de orçamento. Em 2012, eram 218 bolsistas e no ano passado o número já havia caído para 128.

O INPE não divulgou o número atual de bolsistas porque, em agosto, o CNPq ainda não fechou o número de pesquisadores financiados. De acordo com Galvão, o ministério havia feito a promessa de manter o número do ano passado.

“Esse corte é muito sério, com isso estamos mantendo apenas as despesas fixas, luz, telefone, energia. Todas as reformas para esse ano, até de laboratórios com vazamento, tivemos que suspender”, diz Galvão.

Outro Lado

Em nota, o MCTIC informou que trabalha junto aos ministérios do Planejamento e Fazenda, para o descontingenciamento de recursos que afetou os órgãos do Governo Federal, mas não informou qual a expectativa ou prazo para que isso aconteça. Sobre os serviços, garantiu que acompanha as atividades do instituto para evitar impactos significativos em suas atividades e que aplicou corte menor ao aplicado como um todo.

Por fim, o ministério diz que reconhece o papel da pesquisa como " imprescindível para o desenvolvimento econômico e social de qualquer país". Destacou em nota ainda que "reconhece e respeita a livre manifestação da comunidade acadêmica e científica".


Fonte: Site “G1” do globo.com – 14/08/2017

Comentário: Pois é leitor, eu havia previsto que isso poderia acontecer fosse com a Dilma ou com qualquer outro que assumisse o poder. O PEB e o futuro do povo brasileiro não é e jamais será prioridade para esses vermes energúmenos populistas de merda. Educação de qualidade baseada na cidadania aliada a uma política consistente em Ciência e Tecnologia não é um alvo de interesse de populistas, pois quanto mais o povo for dependente e ignorante, mais fácil o mesmo é manipulável. Um povo não politizado é ‘gado’ tangido na direção que mais convém os donos do poder e seus interesses nefastos. É a politica da dose certa (do doce na boca, adocicada), suficiente para alimentar a esperança do povo, mais insuficiente para resolver o problema, pois assim a dependência permanece e com ela a crença de que um dia o problema será resolvido. Galera, só se resolve um problema atacando-o pela raiz, e não com soluções paliativas e maquiadas como ocorre em países populistas de merda como o Brasil. Esses vermes podem não valer nada e não valem mesmo, são marginais tirando onda de ‘otoridades’, porém não tenha dúvida leitor que, são espertes suficientes para não cagarem no prato onde comem. Aproveitamos para agradecer ao nosso leitor Jahyr Jesus Brito pelo envio dessa notícia.