segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Comitê Busca Candidatos a Coordenador-Geral de Observação da Terra do INPE

Caro leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (29/01) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que Comitê Busca do INPE busca candidatos para assumir o cargo de Coordenador-Geral de Observação da Terra do instituto.

Duda Falcão

NOTÍCIA

Comitê Busca Candidatos a Coordenador-Geral de Observação da Terra do INPE

Por INPE
Publicado: Jan 29, 2018

São José dos Campos-SP, 29 de janeiro de 2018

Até 15 de fevereiro, um comitê de especialistas recebe as inscrições de interessados a comandar a Coordenação-Geral de Observação da Terra (CGOBT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP). Os requisitos para o cargo estão no edital de abertura da seleção, disponível aqui.

A área de Observação da Terra do INPE envolve o conhecimento científico e tecnológico nos campos de sensoriamento remoto e geoprocessamento, levantamento de recursos naturais e monitoramento do meio ambiente, além de atividades de pesquisa, desenvolvimento e aplicações sobre satélites e processamento de imagens digitais.

O processo de seleção busca reconhecer, nas comunidades científica, tecnológica e empresarial, nomes que se identifiquem com as diretrizes técnicas e político-administrativas estabelecidas para o INPE e com as competências da CGOBT.

A convite do diretor do INPE, Ricardo Galvão, os seguintes especialistas compõem o comitê de busca: Paulo Artaxo (USP), Carlos Roberto de Souza Filho (Unicamp), Claudio Riccomini (USP), Dilce de Fátima Rossetti (INPE) e Reinhardt Adolfo Fuck (UnB).


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Artigo na Science Afirma que Aerossóis Ultrafinos Têm Papel Importante no Regime de Chuvas e no Clima da Amazônia

Caro leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (29/01) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que artigo na Science afirma que Aerossóis Ultrafinos têm papel importante no Regime de Chuvas e no Clima da Amazônia.

Duda Falcão

NOTÍCIA

Artigo na Science Afirma que Aerossóis Ultrafinos Têm Papel Importante no Regime
de Chuvas e no Clima da Amazônia

Por INPE
Publicado: Jan 29, 2018

São José dos Campos-SP, 29 de janeiro de 2018

Em artigo publicado na revista Science, nesta sexta-feira (26/01), cientistas de vários países que participaram de uma campanha científica internacional nas proximidades de Manaus, em 2014, afirmam que partículas ultrafinas de aerossóis, de até 50 nanômetros, têm um papel mais importante do que até então se considerava na formação de nuvens de tempestades e no clima da Amazônia. Entre os 21 autores do artigo, estão os pesquisadores brasileiros Luiz Augusto Machado e Ramon Braga, do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Paulo Artaxo e Henrique Barbosa, do Instituto de Física, da USP, Rodrigo Souza, da Universidade Estadual do Amazonas (UEA) e Helber Gomes, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

Durante a campanha científica GoAmazon, com medições in situ e a partir de sobrevoos de aviões dos Estados Unidos e da Alemanha, o principal objetivo foi verificar o papel das partículas de aerossóis - provenientes de poluição atmosférica urbana e industrial, incêndios florestais, entre outras fontes - na formação de nuvens de tempestade.

Segundo Luiz Augusto Machado, pesquisador do CPTEC/INPE, a influência dos aerossóis no clima já era conhecida. No entanto, “o novo estudo mostra que partículas menores também têm forte relação com o crescimento de nuvens, a intensidade das tempestades e o volume das chuvas”, comenta Machado.

O pesquisador do CPTEC/INPE explica que o vapor d’água na atmosfera condensa ao atingir a superfície das partículas de aerossóis, formando gotas de chuva. Em geral, esse processo não ocorre tão facilmente, precisando de partículas de pelo menos 100 nanômetros. Machado afirma que para ocorrer a condensação com partículas extrafinas, que contribuam com a formação de nuvens de tempestade, o ar deve conter mais vapor d’água do que o habitual, alcançando um estado de supersaturação.

Tais condições, segundo Paulo Artaxo, da USP, são encontradas no clima quente e úmido da Amazônia em associação com aerossóis formados a partir de emissões de poluentes, provenientes de áreas urbanas, e plumas de queimadas. As mesmas condições também podem ser encontradas em outras regiões do planeta e sobre oceanos, afirma o pesquisador da USP.

Luiz Augusto Machado destaca que o resultado da pesquisa amplia as perspectivas sobre os impactos dos aerossóis no clima mundial e de imediato deverá trazer melhorias aos modelos de previsão de tempo e clima, ao incorporar tais processos à modelagem de formação de nuvens de tempestades.

Novas pesquisas deverão surgir a partir dos resultados alcançados nesse trabalho, afirma Henrique Barbosa, da USP. Segundo o pesquisador, há a necessidade de se compreender com maior profundidade o papel das partículas de aerossóis ultrafinas no desenvolvimento das nuvens, bem como no impacto sobre o clima.

O artigo na Science pode ser conferido em: http://science.sciencemag.org/content/359/6374/411

A campanha científica GoAmazon, em 2014, contou com vários
equipamentos instalados nos arredores de Manaus.
Pesquisador do CPTEC/INPE, Luiz Augusto Machado, durante campanha
GoAmazon, a bordo de um dos aviões, utilizado para medições.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Governos Trocam Competição Por Projetos Conjuntos no Espaço

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada ontem (28/01) no site do Jornal “O Estado de São Paulo”, destacando que Governos trocam competição por projetos conjuntos no espaço.

Duda Falcão

CIÊNCIA

Governos Trocam Competição Por
Projetos Conjuntos no Espaço

Com desafios tecnológicos e financeiros de missões espaciais cada vez
mais ambiciosas, países intensificam cooperação científica

Fábio de Castro,
O Estado de S.Paulo
28 Janeiro 2018 | 05h00

Foto: NASA
Primeira estação espacial na órbita da Lua,
Deep Space Gateway virá de parceria entre EUA e Rússia.

Embora as empresas estejam começando a dominar a nova agenda da exploração espacial, incluindo a jornada a Marte, os governos não saíram de cena – apenas trocaram a agressiva competição do passado pela estreita cooperação científica.

De acordo com o físico Adílson Oliveira, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), intensificar essas parcerias internacionais foi a única saída para o futuro da exploração espacial. “Esses novos projetos são muito mais caros e ambiciosos e nenhum governo tem recursos suficientes para bancar isso sozinho. Na época da corrida espacial, isso era orçamento militar e, por isso, havia briga política. Hoje os componentes de computadores são feitos na China, o design das naves é americano e a tecnologia para colocar em órbita, russa”, explica.

"A exploração espacial deixou de ser uma disputa política e gera cada vez mais interesse comercial", complementa.

A Corrida Espacial

A aventura iniciada há mais de 60 anos entra em nova fase

Crédito: ilustração 3D: Jonatan Sarmento – ESTADÃO

A necessidade de parcerias é suficiente para que os países superem as tensões políticas entre eles, como ficou claro em setembro de 2017, quando os Estados Unidos e a Rússia chegaram a um acordo para construir a primeira estação espacial na órbita da Lua – uma etapa do plano para envio de missões tripuladas a Marte. Enquanto isso, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Rússia se uniram no programa ExoMars, que tem o objetivo de buscar vida em Marte. A primeira fase consiste em uma nave “farejadora” de metano e um módulo de pouso. A segunda fase prevê o lançamento de um veículo equipado com perfuratrizes, a ser enviado a Marte em 2020.

A NASA e a Agência Espacial Indiana – que enviou sua nave Mangalyaan à órbita marciana em setembro de 2014 – formaram um grupo conjunto de pesquisas para aumentar a cooperação entre os dois países nas missões ao planeta vermelho.

Japão e Índia também anunciaram, em meados de novembro do ano passado, que estão montando um programa conjunto para exploração da Lua. A Agência Espacial do Japão planeja lançar uma missão de ida e volta a duas das Luas de Marte, Fobos e Deimos, no início da década de 2020. Contando com a cooperação de várias nações, a China tem planos para enviar um veículo robótico para explorar a superfície do planeta vermelho em 2020 e está trabalhando em uma missão para coletar amostras marcianas e trazê-las à Terra em 2030.

Os Emirados Árabes também estão construindo uma nave que deverá ser enviada à órbita de Marte pelos japoneses, em 2020, com o objetivo de compreender a história das transformações do clima marciano. Outros países que não tinham programas espaciais começaram a se alinhar. No dia 25 de setembro, a Austrália anunciou a criação de uma Agência Espacial Australiana. De acordo com o governo do país, o objetivo é “aumentar o interesse australiano nas estrelas, além de fornecer uma ligação com outras agências espaciais e empresas que irão lidar cada vez mais com as viagens, a exploração e a pesquisa espaciais”.

Oliveira explica que uma viagem a Marte é uma tarefa tão desafiadora e dispendiosa que, mesmo com protagonismo das empresas, o envolvimento dos governos permanece indispensável. “No momento nenhuma empresa é capaz de investir algo na escala de US$ 100 bilhões só para ir a Marte”, diz.

Brasil

De acordo com o presidente da Agência Espacial Brasileira, José Raimundo Coelho, o Brasil mantém parcerias com a China, a Índia, os Estados Unidos, a Rússia e diversos países europeus. “O setor público não deverá se subtrair dos novos desafios da exploração espacial. Por outro lado, sabemos que a evolução da área espacial, antes totalmente subvencionada pelos governos, hoje depende muito da iniciativa privada.”


Fonte: Site do Jornal O Estado de São Paulo – 28/01/2018

Comentário: Bom, na verdade não é bem assim como a matéria tenta mostrar. Países já cooperam em varias áreas do setor espacial há décadas, e o maior e mais caro exemplo disso é a própria Estação Espacial Internacional (ISS em inglês). Até o Brasil deve muito o crescimento de seu programa espacial a parcerias feitas nos primórdios com países como os EUA, a França e Alemanha então não é bem assim, mais realmente essas cooperações entre países tendem a aumentar nos próximos anos. Aproveitamos para agradecer a leitora Mariana Amorim Fraga pelo envio dessa matéria.

Clarão no Céu Assusta Moradores do Acre

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante notícia postada ontem (28/01) no site “G1” do globo.com destacando que clarão no céu assusta moradores do estado do Acre.

Duda Falcão

ACRE

Clarão no Céu Assusta Moradores do Acre

Infraero descarta queda de avião e acredita se tratar de um meteorito.
Já pesquisador da UFAC, acredita que seja lixo espacial.

Por Luan Cesar,
G1 AC, Rio Branco
28/01/2018 - 00h22
Atualizado 28/01/2018 - 00h30

(Foto: Assis Lima/Arquivo Pessoal)
Clarão foi visto por moradores de Rio Branco, Tarauacá, Feijó,
Cruzeiro do Sul, Porto Walter e Rodrigues Alves.

Um forte clarão que surgiu no céu chamou atenção dos acreanos no início da noite deste sábado (27). A população ficou assustada com a luminosidade e diversos registros em vídeos e fotos se espalharam rapidamente pelas redes sociais e aplicativos de mensagem.

O clarão foi visto por moradores de Rio Branco, Tarauacá, Feijó, Cruzeiro do Sul, Porto Walter e Rodrigues Alves.

A dona de casa Aline de Souza, que vive em Cruzeiro do Sul, chegava em casa com os dois filhos quando viu o brilho intenso que vinha do céu.

"Inicialmente nas redes sociais estavam falando que era um avião, eu cheguei a ficar apavorada, com muito medo, mas depois falaram que era um meteoro. Mesmo assim, também fiquei com medo porque nunca tinha visto um", disse.

José Dávalo Mota, que mora em Marechal Thaumaturgo, também no interior do Acre, conta que estava conversando com um amigo no Centro da cidade quando viu a forte luz em movimento. Segundo ele, todos acreditavam que um avião estava em queda e pegando fogo.

“A luz estava muito clara no céu para o horário. Era uma luz muito intensa e que tinha uma velocidade muito alta. Além dessa luz muito rápida, eu percebi que havia formato de fogo ao redor. Conforme essa luz passava, um rastro de fumaça muito branca ficava para trás. Além de assustados, todos ficaram muito admirados com isso”, afirmou Mota.


Infraero Descarta Queda de Avião

Ao G1, o superintendente da Infraero em Cruzeiro do Sul, Carlos Augusto, informou que o órgão descartou a queda de uma aeronave, já que não houve nenhum registro no espaço aéreo da cidade.

“Não temos nenhuma indicação de aeronave na região. O que pode ter acontecido é a ação de algum meteorito, que quando entra na atmosfera pega fogo e causa um clarão. Mas isso não é oficial”, explicou.

Procurado pela reportagem, o meteorologista Alejandro Fonseca, da Universidade Federal do Acre (UFAC), disse que nenhuma atividade de meteoro ou cometa estava prevista para acontecer no espaço aéreo do Acre. Segundo ele, o clarão pode ter sido ocasionado por lixo espacial.

“Quando o lixo entra na atmosfera sofre um atrito muito grande e isso causa incêndio no objeto. O que pode ter acontecido é isso”, declarou.

O comandante do Corpo de Bombeiros de Cruzeiro do Sul, capitão Rômulo Barros, também descartou a queda de uma aeronave."

"Entramos em contato com a nossa equipe que fica no aeroporto e a equipe da Aeronáutica ligou para Manaus que é quem faz o monitoramento do espaço aéreo aqui e não eles disseram que não teve nenhum chamado de emergência do tipo. Suspeita-se que tenha sido um meteorito que caiu entre o Acre e o Peru, mas ainda não podemos confirmar", disse o militar.

Uma moradora de Rodrigues Alves, que pediu para não se identificar, disse que quando viu o clarão pensou que fosse realmente um avião. "A comunidade toda viu e ficou assustada, fiquei com tanto medo que não deu tempo nem de tirar foto, corri para dentro de casa”, conta.


Fonte: Site “G1” do globo.com – 28/01/2018

domingo, 28 de janeiro de 2018

Astrônoma do ON Explica o Porquê Temos de Saber do Que São Feitos Asteroides e Cometas

Olá leitor!

Uma grande preocupação tem causando muitas discussões dentro da Comunidade Espacial de todo o mundo, e entre aquelas pessoas mais antenados com o universo que as cercas, inclusive gerando no cinema filmes catástrofes que abordam o tema e muitas vezes sem a devida competência e veracidade.

É claro que estamos falando da possibilidade do nosso planeta ser alvejado por um asteroide de grandes proporções ou por um cometa, perigo este que é real e que pode ocorrer mais cedo do que se possa imaginar.

Para explicar melhor esta situação e a importância de se conhecer do que são feitos asteroides e cometas, o programa “Universo” da Radioagência Nacional da Empresa Brasileira de Comunicações (EBC), do Governo Federal, apresentou dia 22/01 a segundo parte da entrevista com a astrônoma brasileira Daniela Lazzaro, pesquisadora titular do Observatório Nacional (ON), e coordenadora do “Projeto Impactron”.

Segundo a pesquisadora do ON, o “Projeto Impacton”, tem por objetivo estudar as propriedades físicas de pequenos corpos celestes que orbitam o nosso Sistema Solar, ou seja, é conhecendo as características desses objetos que os pesquisadores poderão traçar uma estratégia para evitar catástrofes, caso isto venha ser necessário.

Pra tanto, ainda segundo a pesquisadora, os pesquisadores coordenados por ela, observam os corpos celestes a partir deste telescópio brasileiro que fica na cidade de Itacuruba, Pernambuco. É o Observatório Astronômico da Serra de Itaparica. Ele é o segundo maior telescópio do país, com um espelho de 1 metro de diâmetro. Saiba mais pouvindo a reportagem pelo link abaixo. 


Duda Falcão

Primeira vez em 150 Anos: Superlua, Lua Azul e Lua de Sangue em Uma Mesma Noite

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (28/01) no site do Sputnik News Brasil” destacando que pela primeira vez em 150 anos uma “Superlua”, “Lua Azul” e uma “Lua de Sangue” aparecerão em uma mesma noite

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Primeira vez em 150 Anos: Superlua, Lua Azul
e Lua de Sangue em Uma Mesma Noite

Sputnik News Brasil
Publicado em 28/01/2018 – 02:19

Foto: © REUTERS/ Kacper Pempe

Algumas pessoas vivem sua vida inteira sem nunca ter a chance de presenciar este raríssimo evento celestial. Uma superlua, uma 'Lua Azul' e uma Lua de Sangue estarão visíveis em algumas partes do mundo na próxima quarta-feira (31), a primeira vez que algo do tipo acontece em mais de 150 anos.

Uma superlua, uma lua cheia em seu ponto orbital mais próximo da Terra, será a última de uma série de três: a primeira deu as caras no dia 3 de dezembro e outra em 1º de janeiro. Considerando que esta também será a segunda lua cheia em um mês, o fenômeno é classificado também como uma Lua Azul.

De acordo com a NASA, superluas são 14% maiores e 30% mais brilhantes que as luas cheias no apogeu, o ponto mais distante da órbita da Terra. 
Durante um eclipse, a lua aparece avermelhada por causa da flexão da luz do Sol ao redor de nosso planeta. É por isso que as luas totalmente eclipsadas também são chamadas de "luas de sangue". E aqui vai a notícia que deixa o evento ainda mais raro: há um eclipse agendado para o mesmo momento. 

Infelizmente, os brasileiros não poderão acompanhar o evento. O eclipse começará às 13:48 no horário de Brasília e atingirá o ápice às 15:30. Quem estiver de passagem pelo leste asiático, oeste da América do Norte e pelo Pacífico, porém, terá a chance de ver um evento único. 

Para a grande maioria incapaz de estar em uma destas localidades, porém, ainda há uma maneira de observar o nosso satélite. O projeto The Virtual Telescope realizará uma transmissão ao vivo pela internet a partir das 15:30. Imperdível.


Fonte: Site Sputniknews - http://br.sputniknews.com/

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Método Inovador de Ensino é Aplicado no Curso de Engenharia Aeroespacial da UFSM

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante nota postada dia (22/12) no site da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), sobre um Método Inovador de Ensino aplicado no Curso de Engenharia Aeroespacial desta universidade, apresentado que foi a comunidade acadêmica durante a primeira rodada de apresentações de trabalhos de CPIO da UFSM no final do segundo semestre de 2017.

Duda Falcão

GERAL

Método Inovador de Ensino é Aplicado no
Curso de Engenharia Aeroespacial da UFSM

22/12/2017 - 11:35

O curso de Engenharia Aeroespacial da UFSM conta com um método inovador de ensino, o CDIO (conceive, design, implement, operate ). O método tem sua origem no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e já está espalhado pelo mundo, em diversas escolas de Engenharia. Na UFSM, é chamado de CPIO (Concepção, Projeto, Implementação e Operação). A ideia é que os alunos desenvolvam atividades inerentes à profissão de engenharia desde o primeiro ano do curso.

Em reforma curricular recente, foram criadas quatro disciplinas obrigatórias extra-classe: CPIO 1, CPIO 2, CPIO 3 e CPIO 4, que são ofertadas no segundo, quarto, sexto e oitavo semestres do curso, respectivamente. O nono semestre é dedicado à atividade tradicional de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Atualmente, o curso de Engenharia Aeroespacial conta com 3 turmas, que ingressaram nos anos de 2015, 2016 e 2017, que se encontram no sexto, quarto e segundo semestre, respectivamente. Idealmente, todos deveriam cursar CPIO 1 no segundo semestre, no entanto, devido à adaptação curricular, no semestre corrente, todas as turmas realizaram o CPIO 1.

A ideia do método é promover um avanço progressivo das atividades dos alunos, sempre avaliando pelo menos um dos itens C, P, I ou O. Por exemplo, em CPIO 1, os discentes devem desenvolver concepção e introdução ao projeto. Em CPIO 2, devem desenvolver concepção e projeto com introdução à implementação. Estas diretrizes, no entanto, não são obrigatórias: se um grupo de alunos deseja avançar para fases seguintes, serão encorajados.

Os alunos propõem projetos e os desenvolvem, obrigatoriamente em grupo, sob a supervisão de um professor coordenador geral da disciplina. Além disso, outros professores trabalham como orientadores. A disciplina de CPIO é extra classe e contabiliza 60 horas de encargos aos alunos, dando-lhes a liberdade de tomar o protagonismo de sua formação. Trata-se de uma abordagem de ensino aprendizagem centrada no discente, na qual o docente é um colaborador.

Para exercer o controle do andamento das atividades, existem requisitos mínimos: apresentação de pré-projeto no início do semestre, relatório parcial em meados e relatório final e apresentação oral ao término do período letivo.

No final do segundo semestre de 2017, foi realizada a primeira rodada de apresentações de trabalhos de CPIO na UFSM (ver abaixo). Envolveram-se 20 grupos com 72 alunos ao todo. Também participaram das atividades 6 professores.

Mesmo com temas semelhantes, nenhum grupo repetiu trabalhos, todos eram complementares. A integração entre os grupos é encorajada pelos professores, sendo que muitos deles já possuem colaboração. No geral, os alunos manifestaram grande atenção pelo desenvolvimento de tecnologia, desejando trabalhar para suprir carências nacionais no setor aeroespacial.

Alguns projetos extrapolaram as fronteiras da universidade, tais como a cooperação com a empresa Erres, para adaptação de um sistema de assentos e o projeto em conjunto com a a Ala 4 (Base Aérea de Santa Maria), para estudo de atividades de manutenção.

O professor do curso de Engenharia de Telecomunicações da UFSM e colaborador do curso de Engenharia Aeroespacial Marcelo Zanetti participou das apresentações e deixou seu parecer: “A maior parte dos cursos de engenharia no Brasil possui currículos enormes, com disciplinas focadas e pouco relacionadas. Portanto é comum que o aluno se interesse mais por certas disciplinas, enquanto que outras são encaradas como meros obstáculos a serem transpostos para diplomação. Muitos desses obstáculos desmotivam os alunos, resultando em evasão no ensino superior, principalmente entre aqueles de primeiro ano. Assim é louvável o pioneirismo do curso de Engenharia Aeroespacial na adoção da metodologia CPIO a partir do segundo semestre de seu currículo obrigatório, cujo impacto mais óbvio é justamente promover entre seu corpo discente uma maior conscientização sobre a relevância de cada um de seus componentes curriculares. Além disso, frente aos projetos ambiciosos e empolgantes propostos pelas equipes de alunos nessa primeira edição do CPIO, contando com uma massa crítica discente/docente já presente, e comprometimento institucional, espera-se que o CPIO inicie uma reação em cadeia que resultará no estabelecimento de Santa Maria como um polo tecnológico aeroespacial. Ver para crer ou plantar para colher?"

Os temas desenvolvidos pelos grupos de alunos

> Seis envolveram o projeto de foguetes ou seus subsistemas:

- Protótipo de motor foguete a propelente liquido de baixo custo para fins didáticos - Conduzido por alunos do segundo semestre, já resultou na montagem de um protótipo.


Construção de um motor foguete - Trabalho de alunos do segundo semestre, trata da concepção, dimensionamento e construção de um motor foguete a combustível sólido, o qual já está em fase avançada de montagem.


Concepção de um foguete sonda de pequeno porte - Desenvolvido por alunos do quarto e sexto semestres, trata-se de um projeto bem detalhado, cobrindo vários sub sistemas de um foguete a combustível sólido de dois estágios. Contou com a participação do estudante visitante estrangeiro Diego Andrés Silva Vera, o qual cursa engenharia aeronáutica na Bolívia.


Projeto e desenvolvimento de uma bancada vertical de testes de motor foguete de até 400 Newtons - Conduzido por alunos do segundo e quarto semestres, o qual tem por objetivo desenvolver uma estrutura que pode ser incorporada por laboratórios didáticos e pelo grupo UFSM Rocket Lab.


Concepção e projeto de um foguete experimental básico - Desenvolvido por alunos do segundo semestre, com foco em dimensionamento inicial e estudo da tecnologia.

> Dois trabalhos foram desenvolvidos acerca do tema de motores aeronáuticos:

Concepção de um motor a reação didático - Conduzido por alunos do quarto semestre, trata-se de ampla revisão bibliográfica sobre motores a jato, com a concepção e desenhos de um motor turbo fan didático (baseado no avião A380) para ser futuramente construído didaticamente (sem combustão) para exposição em laboratório.


Princípios da propulsão a jato - Conduzido por alunos do segundo semestre, trata da concepção e projeto de um motor a jato em miniatura, o qual será operacional para fins didáticos. No momento, algumas peças do motor já começaram a ser fabricadas em laboratório do colégio técnico industrial (CTISM).


> Cinco trabalhos foram conduzidos acerca de projeto de aeronaves:

Planador de voo livre Urubuzinho -  Conduzido por alunos do segundo semestre, trata-se de um projeto de longo prazo de planador de competição, o qual iniciou-se com a concepção e projeto preliminar de um planador de voo livre (não tripulado);


Desenvolvimento de Veículo aéreo não tripulado para uso experimental - Efetuado por alunos do 6 semestre, tratou da concepção e integração de um veículo aéreo não tripulado (VANT) de pequeno porte a partir de peças comerciais, visando a prática de engenharia de sistemas.


Aeronave remotamente pilotada para aplicação agrícola: com fins de pulverização e mapeamento  - Estudo elaborado por alunos do quarto semestre, trata da identificação de oportunidade de mercado e concepção de um VANT que seja passível de utilização em aplicações agrícolas no Rio Grande do Sul, complementando o trabalho já realizado por aeronaves tripuladas.


MDO Process for conceptual design of a remotely piloted aircraft - Conduzido por aluna do sexto semestre, em conjunto com uma aluna da Engenharia Mecânica, trata de uma ferramenta computacional para otimização sistemática de projetos de VANTs em etapas iniciais (projeto conceitual).


Estudo da implementação de veículos aéreos não tripulados na sociedade brasileira visando nacionalização tecnológica e redução de riscos - Conduzido por alunos do segundo e sexto semestres, trata da investigação de cenário e proposição de uma concepção de VANT para aplicações compatíveis com a realidade brasileira.

> Quatro trabalhos foram conduzidos acerca de sistemas aeroespaciais:

- Projeto e implementação de um programa para aquisição de dados de vibração de asas de ARP e validação de seu modelo matemático - Conduzido por alunos do sexto semestre, já resultou em um protótipo envolvendo a eletrônica de aquisição de dados o programa de processamento de sinais, bem como sua interface gráfica.

- Projeto de um sistema de ajuste dos assentos da aeronave Tucano R - Trabalho desenvolvido por alunos do sexto e quarto semestres. Tratou-se de uma colaboração com a empresa aeronáutica Erres de Santa Maria para adaptação dos assentos da aeronave produzida pela mesma.

- Rotores de helicópteros - Conduzido por alunos do segundo e quarto semestre, tratou de revisão bibliográfica sobre helicópteros no Brasil com foco em seus rotores. A imagem abaixo é emblemática, pois demonstra os alunos no papel central da atividade de ensino-aprendizagem, com o professor participando como mais um elo da corrente do desenvolvimento do conhecimento.


Bancada de simulação de controle automático - Conduzido por alunos do quarto semestre, tratou de uma revisão sobre os controles de veículos lançadores e uma proposta de bancada didática para controlar o apontamento de uma tubeira de foguete.

> Dois projetos foram desenvolvidos no âmbito de ensino:

- Concepção e implementação de um curso de introdução a ferramentas computacionais com aplicação em fluidodinâmica para engenharia aeroespacial - Conduzido por alunos do sexto semestre contando com apoio do FIEN (Fundo de Incentivo ao Ensino da PROGRAD). Os discentes ofertaram cursos para os colegas de modo a utilizar o laboratório de computação recém implantado para o curso. É uma oportunidade de capacitar os próprios colegas com ferramentas que os mesmos podem usar em seus trabalhos de CPIO.


Cursos de introdução a ferramentas computacionais para engenharia aeroespacial: MATLAB e Simulink - Conduzido por uma aluna do sexto semestre junto de um aluno do curso de Engenharia de Telecomunicações, também contou com o apoio do FIEN e seguiu a mesma filosofia do curso apontado anteriormente.


> Dois projetos foram conduzidos acerca de ferramentas e processos de gestão:

- Análise das atividades de manutenção executadas na Ala 4 e proposta de um modelo esquematizado de gestão - Conduzido por alunas do sexto semestre, insere-se no âmbito da parceria entre a UFSM e a Força Aérea Brasileira, objetivando estudos que visam o aprofundamento da formação acadêmica, mas também dando retorno para a outra instituição, no caso, a Ala 4 (Base Aérea de Santa Maria);

- Projeto de dirigível ARES X-579 - Conduzido por alunos do segundo e quarto semestres. O projeto se iniciou por pesquisa de mercado, definindo, a partir de interação com a comunidade, um produto de seu interesse. Passando, em seguida, por importantes fases tais como: definição da marca, campanha de marketing, concepção de preço, etc. Alguns resultados já são dignos de registro de propriedade intelectual.


Visão de fora

O professor Pedro Paglione, que trabalhou 40 anos no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), participou como professor visitante na UFSM da comissão que avaliou os trabalhos. Ele deixou seu relato: “foi muito gratificante participar, como professor visitante na UFSM, da comissão que avaliou as apresentações e os relatórios finais realizados pelos alunos do primeiro curso de CPIO na UFSM. Repensar a maneira de se ensinar engenharia atualmente é uma necessidade indiscutível. Vários artigos e publicações sobre o tema vêm corroborar a minha experiência e anseio no sentido de um novo método de ensino de engenharia, no qual os alunos atuem também de maneira ativa, executando projetos que os levem a pensar em todos os aspectos ligados à concepção, ao projeto, à implementação e à operação de um novo produto de engenharia. Deve-se buscar um compromisso entre a experiência prática os diversos cursos de graduação que vão fornecer os conhecimentos da física e das ferramentas adicionais (matemática, computação, etc) indispensáveis para a solução de um problema de engenhar. (...) Isto vai, indubitavelmente, motivar, de forma extraordinária, a curiosidade e, portanto, a vontade do aluno de engenharia em finalizar o seu curso de engenharia. Acredito que o número de desistências deva cair consideravelmente, se o aluno, logo no início de seu aprendizado for levado a cursar uma matéria de CPIO, onde ele, inicialmente, perceba a necessidade das matérias que ainda vai cursar, quando tenta resolver um problema de engenharia. A participação do aluno em um grupo que vai ser designado para solução de um projeto de CPIO é também uma outra forma extraordinária de tirá-lo de um eventual isolamento na universidade; uma das causas frequente que levam alunos a desistir do curso de engenharia. Por outro lado, o professor precisa aprender a sair de sua eventual zona de conforto, onde apenas se preocupa com assuntos de sua especialidade. A solução de um problema de engenharia é multidisciplinar e todas as matérias lecionadas têm a mesma importância na formação de um bom engenheiro. Sem prática, não se forma um bom engenheiro e cursos de CPIO, durante a graduação, suprimem esta lacuna. Deve-se também incentivar a participação do aluno, durante a graduação, se possível, a experiências práticas em firmas de engenharia, considerando-as como matérias cursadas. Isto era comum no passado e, infelizmente, deixou de ser requisito necessário à formação atual do engenheiro. Foi uma experiência sensacional assistir às apresentações dos alunos, neste primeiro curso de CPIO da UFSM, e constatar que alguns dos trabalhos são propostas inovadoras valiosas e, portanto, merecem ser patenteadas.”


Fonte: Site da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Comentário: Muito interessante essa notícia e mostra a abrangência dos projetos aeroespaciais em curso na UFSM. Entretanto, estranhei a falta de projetos relacionados com pequenos satélites, já que a UFSM trabalha na área junto com o INPE no Programa dos satélites NanosatC-Br.

Brasil é Promovido ao Grupo de Países da Elite Mundial em Pesquisa Matemática

Olá leitor!

Segue agora uma nota postada ontem (25/01) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) destacando que a “União Matemática Internacional (IMU, na sigla em inglês)” promoveu o Brasil ao grupo de países da elite mundial em Pesquisa Matemática.

Duda Falcão

Brasil é Promovido ao Grupo de Países
da Elite Mundial em Pesquisa Matemática

Por ASCOM
Publicado 25/01/2018 - 18h05
Última modificação 25/01/2018 - 19h15

Foto: IMPA
Anúncio foi feito na sede do Impa, no Rio de Janeiro (RJ).

O Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e a Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) anunciaram nesta quinta-feira (25), no Rio de Janeiro (RJ), o ingresso do Brasil na elite da matemática mundial. A União Matemática Internacional (IMU, na sigla em inglês) aprovou a entrada do país no Grupo 5, que reúne as 11 nações mais desenvolvidas em pesquisa na área. O Impa é uma organização social mantida por meio de contrato de gestão com o ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

No anúncio, o ministro em exercício do MCTIC, Elton Zacarias, enalteceu o fato de o Brasil estar entre as 20 nações que mais geram ciência no mundo, ao reconhecer o baixo investimento nacional na área, 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB). O patamar, segundo ele, se deve ao pouco envolvimento da indústria e da sociedade.

“O nosso país produz pesquisa básica de qualidade. O IMPA é uma instituição de excelência reconhecida mundialmente”, apontou.

O diretor-geral do IMPA, Marcelo Viana, espera que a honraria represente um passo para uma trajetória ainda mais ascendente. “Ao longo das décadas, a nossa capacidade de pesquisa e formação de pesquisadores cresceu muito, se consolidou e se disseminou”, destacou. “O fato de a matemática brasileira estar agora ao lado dos países de maior expressão e relevância global representa o reconhecimento da qualidade da pesquisa matemática feita no país.”

A mudança de classificação dos países é decidida pela IMU após recomendação de seu Comitê Executivo. São analisados dados como o número e a qualidade de programas de pós-graduação e sua distribuição territorial, o total de publicações científicas divulgadas em meios importantes e os nomes de destaque na área.

O presidente da SBM, Paulo Piccione, ressaltou a qualidade dos pesquisadores brasileiros. “São excepcionais”, avaliou.

Já a secretaria-executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro, definiu como um orgulho para o país o trabalho feito pelo IMPA. “Precisamos formar bons professores de matemática e a pesquisa matemática pode ajudar muito a alcançarmos este objetivo”, disse.

Ascensão

A candidatura do Brasil ao Grupo 5 foi apresentada em 2017, pelo Impa e pela SBM, ao organismo que congrega as sociedades matemáticas de países de todo o mundo. Atualmente, 76 nações são membros da IMU, criada em 1920 para promover a cooperação internacional em matemática.

Os países são divididos em cinco categorias, por ordem de excelência. Além do Brasil, mais dez países integram o topo da classificação: Alemanha, Canadá, China, Estados Unidos, França, Israel, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia.

Desde 1954, dois anos após a fundação do IMPA – fundamental na consolidação do país no cenário internacional –, o Brasil passou a integrar a IMU. A ascensão ao Grupo 2 se deu em 1978; ao 3, em 1981; e ao 4, em 2005.

A promoção ao Grupo 5 é consequência da contribuição brasileira à matemática mundial e reconhece a excelência do trabalho da pesquisa nacional. Nos últimos anos, houve considerável crescimento da publicação científica do país na área, além de prêmios obtidos por nossos principais pesquisadores, como a medalha Fields, recebida por Artur Avila em 2014.

Logo após a promoção ao Grupo 4, em 2006, o Brasil representava 1,53% da produção matemática mundial, com 1.043 papers. Uma década depois, a produção nacional saltou para 2,35%, ou seja, 2.076 papers.

A entrada no Grupo 5 ocorre no ano em que o Brasil sediará, de 1º a 9 de agosto, no Rio de Janeiro, o Congresso Internacional de Matemáticos (ICM, na sigla em inglês), pela primeira vez realizado no Hemisfério Sul.

O ICM é resultado do prestígio do Brasil no cenário matemático mundial, assim como a Olimpíada Internacional de Matemática (IMO, na sigla em inglês), promovida em julho de 2017. Os eventos integram o Biênio da Matemática, de 2017 a 2018, uma série de iniciativas nacionais e internacionais para estimular, popularizar e fomentar melhorias no ensino da matemática no país, destacando sua relevância para o desenvolvimento pessoal e econômico.


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC)

Comentário: Veja você leitor como são as coisas. Fico aqui a pensar se países como a Alemanha, Canadá, China, Estados Unidos, França, Israel, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia,  tivessem que conviver com os mesmos problemas que os nossos cientistas enfrentam diariamente no Brasil, será que eles também teriam alcançado o nível cinco dessa categoria da Matemática???? Enfim... o Brasil é uma piada como país, não por não ter gente capaz e preparada para fazer a diferença (e exemplos pontuais como este comprovam isto) mas sim pela inércia, egocentrismo, hipocrisia e falta de consciência cidadã de seu próprio povo de merda (entenda classe dominante).